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Policial

Família dá outra versão para briga sobre Facebook e nega atropelamento

A mãe da menina saiu para defender a filha, quando o namorado da menina começou a agredir a mulher, por isso o rapaz acabou se envolvendo

Campo Grande News

21 de Setembro de 2015 - 13:26

A família da adolescente de 12 anos, acusada de agredir outra menor de 17 anos no Condomínio Lavanda, no Jardim Carioca no sábado (20), afirmou que a menina não provocou a briga, tendo começado por rixa com uma jovem de 17 anos por postagens no Facebook. O pai da menina foi acusado de atropelar a adolescente por conta da briga.

Jacira de Barros Vieira, 39 anos, tia da adolescente e irmã do rapaz acusado do atropelamento, contou que a briga realmente aconteceu no sábado (19). Um trio de adolescentes chamou a sobrinha para fora de casa, momento em que começaram as agressões.

A mãe da menina saiu para defender a filha, quando o namorado da menina começou a agredir a mulher, por isso o rapaz acabou se envolvendo. “Ele bateu sim, mas foi para tirar as meninas de cima das duas”, comentou Jacira.

A jovem assegurou que o rapaz a atropelou no outro dia, causando ferimentos, sendo encaminhada pelo Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) até a Santa Casa. Porém Jacira relatou que o irmão estava saindo de casa, quando a adolescente se atirou para cima do carro, para que ele não entrasse no condomínio.

Ela ainda desferiu um soco contra o rapaz, causando ferimento no olho. Ele foi levado para a Santa Casa, por conta da gravidade. 

A tia da adolescente apontou que toda a semana os moradores precisam acionar a Polícia Militar, por conta da acusada e da família. Um morador do condomínio, que não quis se identificar, entrou em contato com o site e enviou um vídeo da briga, ainda confirmando que a adolescente causa vários problemas no local.

De acordo com o boletim de ocorrência, registrado pelo pai da adolescente de 12 anos, o namorado da jovem agrediu a mãe da menor e os ameaçou com uma faca, porém os relatos de sua sogra apontaram que eles foram as vítimas das agressões e ameaças.

Ainda declarou que a filha foi levada para Santa Casa, por conta do suposto atropelamento, porém não apresentou documentos que comprovassem o atendimento médico. A jovem, a família e amigos apedrejaram a casa do pai da adolescente, dizendo estar revoltados com as agressões. Todos os envolvidos no caso foram tipificados como vítimas.