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Policial

Justiça espanhola continua investigando morte de brasileira e não libera translado do corpo para MS

Até o fim das investigações, o corpo não pode ser transladado para Mato Grosso do Sul.

Midiamax

13 de Março de 2014 - 14:10

Quase dois meses após a morte da douradense Patrícia de Souza Leal, 28 anos, ainda não há previsão para que o corpo seja liberado e transladado ao Brasil. De acordo com Sandra de Souza Reis, tia de Patrícia, a Justiça espanhola continua investigando o caso e agora, apura a participação de outra pessoa no crime, além do dominicano Jonathan José Lopes, ex-namorado de Patrícia.

Segundo Sandra, embora o julgamento do principal suspeito já tenha começado no dia 19 de fevereiro, pelo sistema espanhol, as investigações continuam e não há uma data para o término. Até o fim das investigações, o corpo não pode ser transladado para Mato Grosso do Sul.

“Estamos aguardando, porque não há outra alternativa. Fica uma ansiedade. Mas a família agora está melhor e esperando que tudo se resolva em até um mês”, explica.

Crime - Patrícia foi encontrada morta a facadas no dia 15 de janeiro, em Madrid. O corpo foi encontrado pelo proprietário da casa onde ela morava que percebeu que ela não havia ido trabalhar. Ele avisou amigos da brasileira que foram até a casa, viram marcas de sangue e acionaram a polícia.

Patrícia morava fora do Brasil há oito anos. Primeiramente foi para Portugal, onde viveu por quase dois anos e, há seis anos, estava na Espanha, onde trabalhava como babá. Patrícia teria sido morta após descobrir que o ex-namorado, mantinha um caso amoroso com a própria madrasta.