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Policial

Polícia Paraguaia entrega ao Brasil acusado de matar PM

Os militares retornaram a Salto Del Guairá na manhã de terça-feira (01) a após conversação com representantes do Ministério Público Paraguaio

Assessoria

01 de Outubro de 2013 - 13:37

Um trabalho integrado entre a Polícia Nacional Paraguaia e a Polícia Militar de Mato Grosso do Sul, possibilitou a prisão de um jovem acusado pela morte de um policial ambiental na cidade de Itaquiraí, no final do mês de agosto.


Respondendo em liberdade ao processo pelo homicídio do policial, em que uma caminhonete foi usada no crime, Cristiano da Silva Marques, de 26 anos, conhecido pela alcunha de “Rasgadinho”, não poderia conforme determinação judicial, se ausentar de Itaquiraí, município em que reside.


Porém, os policiais militares receberam a informação de que o acusado estaria residindo na cidade paraguaia de Salto Del Guairá, onde inclusive estaria preso, devido a uma possível participação em um homicídio ocorrido na noite de sábado  (28).


Devido ao estreitamento de relações com a Polícia Paraguaia, uma equipe da Polícia Militar, composta por um capitão, um subtenente e um sargento, esteve na tarde de segunda-feira (30|) naquele País e iniciou negociações no sentido de “repatriar” o acusado que tinha contra si, mandado de prisão expedido pela Justiça Federal de Naviraí.


Os militares retornaram a Salto Del Guairá na manhã de terça-feira (01) a após conversação com representantes do Ministério Público Paraguaio, Alto Comando da Polícia Nacional e setor de imigração do Paraguai, foi decidido que ele seria expulso daquele País, sendo conduzido até o Posto Fiscal Leão da Fronteira, localizado em Mundo Novo, nas proximidades da divisa entre o Brasil e o Paraguai.


Naquele local, ele foi retirado da viatura da Polícia Nacional Paraguaia e colocado em uma viatura da Polícia Militar. Neste momento, ele teve sua saúde avaliada por médico paraguaio, recebeu um colete balístico, que era parte do acordo para garantir sua integridade física, sendo conduzido para a Delegacia da Polícia Federal em Naviraí, onde permanece à disposição da Justiça. Seus familiares e um advogado brasileiro acompanharam a escolta desde a saída do presídio paraguaio até a carceragem da Polícia Federal.