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Policial

Polícia prende dez pessoas em operação contra furto de gado e continua investigações

Segundo a Polícia Civil, o inquérito já foi concluindo, no entanto as investigações continuam, tendo em vista a grande quantidade de cabeças de gado subtraídas de diversas fazendas pantaneiras

Midia Max

26 de Setembro de 2012 - 10:45

Dez pessoas já foram indiciadas durante as ações para coibir o furto de gado, denominada ‘Operação Abigeato Pantaneiro, em Aquidauana, cidade distante a 165 quilômetros de Campo Grande. Segundo a Polícia Civil, o inquérito já foi concluindo, no entanto as investigações continuam, tendo em vista a grande quantidade de cabeças de gado subtraídas de diversas fazendas pantaneiras.

Apontado como o chefe da quadrilha, Ezequiel Vilalva de Andrea, 28 anos, continua preso. Ele responde pelos crimes de formação de quadrilha, posse de arma de fogo de uso restrito, furto qualificado e receptação.

Leomar Onório Rodrigues, 31 anos, e Gilmar da Luz Franco, 33 anos, foram indiciados por formação de quadrilha e furto qualificado. Já José Roberto de Araújo Valente, 38 anos, vulgo ‘beto’, responde em liberdade pelos mesmos crimes dos comparsas. O quinto membro da quadrilha também foi identificado como sendo Valdecir Rodrigues Santana.

Durante a operação, Adalto José Damasceno foi preso em flagrante na posse de diversas armas de fogo de uso restrito, enquanto que sua irmã, Lenilda Maria Damasceno foi indiciada por receptação, sendo que o seu marido Rodrigo de Souza Albuquerque foi indiciado por furto qualificado.

Também foram indiciados por furto qualificado Ronaldo Ferreira Borges e Romário Ferreira Borges, respectivamente pai e filho, que eram peões de uma fazenda que foi vítima desta quadrilha.

Parte do gado subtraído foi recuperado e outro abatido em frigoríficos da região.

As investigações continuam e o SIG orienta os fazendeiros a recontarem seus gados, da mesma forma que outros fazendeiros que adquiriram recentemente gado desta quadrilha a procurar pela polícia civil para dar explicações sobre a negociação, caso contrário também poderão responder pelo delito de receptação.

O Setor de Investigações Gerais iniciou nesta semana a segunda fase da operação, já que outras pessoas estão sendo investigadas por envolvimento com a quadrilha criminosa.

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