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Policial

Quadrilha que roubou sacoleiros da Capital usou nome falso e roda o Brasil

As imagens colaboram muito com as investigações, porém a Polícia possui outros meios e estamos trabalhando para prender os criminosos”, garante o delegado.

Campo Grande News

28 de Outubro de 2013 - 14:10

Uma semana após o assalto de uma quadrilha no ônibus da empresa Manatur, que saiu Campo Grande com destino a São Paulo, a Polícia continua nas buscas para identificar os autores. Segundo o delegado Alberto Rossi, titular do Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Bancos, Assaltos e Sequestros), os homens usaram documento falso para adquirir a passagem e provavelmente são de outro Estado.

“Nós acreditamos que seja falso o documento destes passageiros e que provavelmente se trata de uma quadrilha do Paraná, que roda o País cometendo este tipo de crime. Então estamos auxiliando nas investigações de Presidente Prudente (SP) e também do Paraná, onde ocorrem outras averiguações”, afirma o delegado Rossi.

Na ocasião, algo que está “atrasando” a identificação dos homens, conforme o delegado, é que o sistema de vigilância não estava em funcionamento. “É um problema quando o particular não se preocupa com a segurança. As imagens colaboram muito com as investigações, porém a Polícia possui outros meios e estamos trabalhando para prender os criminosos”, garante o delegado.

Assalto – O ônibus com 30 passageiros estava na divisa dos Estados, na cidade de Presidente Venceslau, quando os “falsos passageiros” anunciaram o crime. Eles obrigaram o funcionário da empresa a sair com o veículo da pista e exigiram que estacionasse em meio a um canavial.

“Neste momento pediram para todos descerem do ônibus e tirarem as roupas. Todos ficaram apenas com as vestimentas íntimas. Após tirarem as malas do bagageiro, pediram para nós entrarmos, enquanto pegavam o dinheiro de todos e mexiam nas malas”, contou ao Campo Grande News uma passageira.

Além de mercadorias, eles levaram dinheiro em espécie. De uma passageira, por exemplo, o valor chega a R$ 15 mil. O caso continua sendo investigado.