Policial
Suspeito de agredir companheira e estuprar adolescente é preso com espingarda em MS
Defesa alegou que desconhece acusações de estupro de seu cliente.
Midiamax
12 de Junho de 2026 - 15:09

Um homem de 52 anos foi preso na noite de quinta-feira (11) por violência psicológica contra a companheira, na zona rural de uma cidade de Mato Grosso do Sul. Há suspeita de que o homem também tenha agredido e estuprado a própria enteada, de 15 anos.
Uma denúncia anônima apontou que uma mulher estava sendo vítima de cárcere privado por parte do homem. Com isso, a equipe de policiais militares se deslocou até o local, segundo o site Portal da Nova.
Ao chegarem ao endereço, os militares localizaram uma espingarda calibre .32, sem munições. A arma foi encontrada dentro de um saco de roupa e apreendida.
Ainda foi constatada a suspeita de que o homem havia estuprado uma adolescente de 15 anos. A adolescente teria sido agredida pelo autor e conseguido fugir da casa que fica na zona rural e teria pedido ajuda a moradores da fazenda ao lado.
Em relação à adolescente, o Conselho Tutelar foi acionado, e a menina foi acolhida em uma unidade do órgão.
Segundo informações, as suspeitas de violência sexual e agressões não foram flagrantes e deverão ser investigadas pela Polícia Civil de Nova Andradina.
Defesa
Em entrevista ao Jornal Midiamax, o advogado, Christovam Ruiz, disse que os fatos de estupro e violência são desconhecidos pela defesa. Isso porque o homem teria sido preso apenas por um mandado de prisão em aberto em abril desse ano. O mandado se refere a um desentendimento familiar.
“Esse outro fato, de cárcere privado, isso não existe; existem provas documentais, inclusive da mulher manifestando interesse em reatar com ele. E sobre essa situação da violência sexual, isso eu desconheço, não tenho nada a respeito. A prisão dele foi decretada com base em um suposto crime de ameaça e uma suposta lesão corporal leve, com implicância da Lei Maria da Penha, é o que tem contra ele”, explicou o advogado.
Além disso, Christovam afirmou que a prisão foi desproporcional. “O que eu vejo aqui é uma ação policial assoldada, desmedida e desproporcional”, concluiu.




