Policial
Vândalos depredam prédio público com quebra-quebra de portas e janelas no São Bento
O prédio fica numa área de aproximadamente 3 hectares, localizado na região das Malvinas.
Marcos Tomé/Região News
20 de Julho de 2015 - 13:00
Mais de 10 aberturas, entre portas e janelas do Centro de Referência de Assistência Social CRAS, unidade São Bento, tiveram as vidraças destruídas no fim de semana por vândalos. Este já é o terceiro episódio em que criminosos entram no pátio da instituição para promover o quebra-quebra.
Em janeiro deste ano, período em que as atividades estavam suspensas em decorrência do recesso municipal, a desordem promovida pelos marginais custaram aos cofres públicos mais de R$ 17 mil, valor gasto numa tela de proteção instalada na piscina, alvo dos criminosos durante a noite.
A servidora pública Glaucinéia Bispo, que é concursada na
Prefeitura há 6 anos, conta que já viveu muitas experiências negativas desde
que passou a exercer sua função de serviços gerais no CRAS São Bento. É um
sentimento de impotência enorme, tudo o que houve aqui foi um ato de violência
muito grande, lamentou.
Ela conta que é comum encontrar fezes humanas no pátio as segundas-feiras ou, após um feriado. Ainda não se tem um levantamento do custo inicial com o concerto das vidraças, isto porque, num prédio que funciona como depósito (anexo), além dos vidros houve rompimento de algumas janelas que precisarão ser substituídas.
O prédio fica numa área de aproximadamente 3 hectares, localizado na região das Malvinas, onde também funcionava a Casa Abrigado, destinado ao acolhimento provisório e excepcional para crianças e adolescentes sob medida de proteção e em situação de risco pessoal e social.
A estrutura é utilizada ainda pelo grupo da melhor idade,
que promovem encontros semanais (sempre as sextas-feiras) para desenvolver
atividades de convivência como danças, jogos de dama, baralho entre outros. A
coordenadora do CRAS acredita que os criminosos promoveram a desordem no
domingo (19) durante o dia.
Dois vigias já foram designados para trocar turno. As razões de não estarem em seus postos de trabalho na ocorrência do fato ainda são desconhecidas.




