Política
Deputado que Enelvo vai substituir diz que tem aval de 15 colegas para o TCE
Kayatt também alega que preenche os requisitos constitucionais para a vaga, como foi solicitado por um grupo de servidores de carreira da Corte Fiscal.
Flávio Paes - Região News
06 de Novembro de 2017 - 14:46
O deputado Flávio Kayatt informou ao site Midiamax que já tem a apoio de 15 dos 24 deputados, quase o dobro das assinaturas necessárias para ser indicado para ocupar uma vaga no Tribunal de Contas do Estado. Kayatt, caso vá para o TCE, será substituído na Assembleia Legislativa pelo ex-prefeito Enelvo Felini.
Acredito que venha a ter mais porque tinha apenas 15 deputados na sessão de quarta-feira (1º de novembro)", frisou o tucano ao Jornal Midiamax, na manhã desta segunda-feira (6), logo após a publicação da aposentadoria voluntária de Marisa Serrano e José Ricardo Cabral.
Kayatt também alega que preenche os requisitos constitucionais para a vaga, como foi solicitado por um grupo de servidores de carreira da Corte Fiscal.
A Constituição Estadual prevê que a indicação deve contemplar 'brasileiros com mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos de idade, de idoneidade moral, reputação ilibada e notórios conhecimentos jurídicos, contábeis, econômicos, financeiros ou de administração pública, com mais de dez anos de exercício de função ou de efetiva atividade profissional que exija os conhecimentos mencionados'.
"Tenho como formação curso de administração de empresas, fui prefeito por duas oportunidades na cidade de Ponta Porão saindo com aprovação de 84%, fui presidente da Câmara de Ponta Porã, fiz concurso para auditor fiscal e fui aprovado", pontua Kayatt.
O deputado ainda afirmou que durante as conversas com os colegas na Assembleia 'não percebeu' em nenhum deles o interesse em disputar a indicação. Além disso, ele voltou a afirmar que o próprio governador Reinaldo Azambuja (PSDB) já havia se comprometido com sua indicação ao TCE.
A legislação prevê que o interessado na vaga obtenha aval de pelo menos um terço dos deputados, o que equivale a assinaturas de oito deputados, e que cabe ao plenário, após indicação da Mesa Diretora, aprovação do nome para o cargo de conselheiro.




