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Política

Fabio Trad propõe criação do Dia dos Sebos para fomentar a literatura

Para o deputado sul-mato-grossense, não se pode negar às crianças e jovens o direito de estudar, refletir e consolidar o conhecimento do universo cultural.

Assessoria

13 de Setembro de 2013 - 13:44

Coordenador da Frente Parlamentar da Cultura em Mato Grosso do Sul, o deputado federal Fabio Trad (PMDB – MS) fez hoje uma defesa apaixonada da literatura como instrumento de transformação social e de crescimento intelectual. Para o deputado sul-mato-grossense, “sem literatura, não há salvação”.

“Não há sociedade sem leitores, mas ajuntamento de indivíduos. A leitura, principalmente a leitura dos clássicos, é o elixir da consciência do nosso papel enquanto humanidade. Cidadão que se preze deve combater todas as formas de tirania e a mais perniciosa delas é a tirania da ignorância e não há outro caminho para emancipar a condição humana que não seja pelo conhecimento, em especial, pela literatura. Continuo empenhado na divulgação do papel da literatura como a mais segura âncora que nos ata à lucidez”, afirmou.

Fabio Trad defendeu a construção de políticas públicas de fomento à cultura e sugeriu a todos os entes públicos que criem, em suas circunscrições de poder, o Dia dos Sebos, objetivando incentivar crianças, adolescentes, jovens e adultos a frequentarem, ludicamente, os sebos e bibliotecas de suas cidades para garimparem joias raras da produção intelectual humana. “Precisamos transformar o país em uma superpotência de ávidos leitores independentemente de condição social e econômica para dotar nosso povo de condições intelectuais que lhe possibilite fazer frente aos complexos e desafiadores problemas contemporâneos”, afirmou.

Importância da Cultura

Fabio Trad ressaltou, também, a importância da cultura e da inclusão nas grades curriculares de disciplinas que fortaleçam o contato dos jovens com a história da cultura brasileira. “A força da cultura une as pessoas como indivíduos”, afirmou.

Para o deputado sul-mato-grossense, não se pode negar às crianças e jovens o direito de estudar, refletir e consolidar o conhecimento do universo cultural. “Esta é a forma de dotá-los dos meios necessários e suficientes para transformação de nossa sociedade como propulsora e defensora de nossa multi-culturalidade”, disse.