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Política

Governo quer ampliar número de centros de pesquisa de multinacionais no país

O ministro participou do Seminário Innovate in Brasil, que reuniu 60 executivos de empresas europeias com potencial

Agência Brasil

11 de Novembro de 2015 - 16:09

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro, disse hoje (29), em Londres, que o Brasil espera ampliar o número de centros de pesquisa, desenvolvimento e inovação. Nos últimos cinco anos, 42 centros desse tipo de grandes empresas multinacionais foram instalados no país.

O ministro participou do Seminário Innovate in Brasil, que reuniu 60 executivos de empresas europeias com potencial e interesse em instalar centros de pesquisa no Brasil. O evento foi promovida pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e faz parte da divulgação do Innovate in Brasil – um programa com o objetivo de atrair investidores globais que queiram implantar centros no país.

O ministro disse aos participantes que, em meio a um ambiente de crescente competição entre os países, para atrair centros de pesquisa e desenvolvimento, o Brasil tem consciência de que o maior desafio é continuar a fortalecer o sistema de inovação nacional.

Ele destacou ainda os aspectos vantajosos do país para atrair mais investimentos: a forte presença de empresas internacionais, o tamanho do mercado doméstico, a qualidade das políticas públicas e a constatação de que o país alcançou grau de maturidade e densidade tecnológica em diversas áreas do conhecimento. O ministro lembrou que o Brasil ampliou seus parques tecnológicos, que hoje abrigam mais de 900 empresas e empregam 32 mil pessoas.

Armando Monteiro falou aos mais de 60 executivos britânicos sobre ações do governo para estimular a inovação como a Lei de Inovação; a nova Lei de Biodiversidade; linhas de crédito e financiamento; expansão do ensino superior e aumento de alunos em cursos pós-graduação; assim como acordos de cooperação com escritórios de patentes de outros países para compartilhar e agilizar o trabalho de exame técnico, reduzindo o tempo médio de avaliação.