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Política

Marçal critica postura de Geraldo e se prepara para embate em 2016

Os dois trocam farpas há muito tempo, mas agora terão a oportunidade de ver quem é mais forte nas urnas

Midiamax

17 de Novembro de 2015 - 08:27

A eleição de Dourados promete levar para as urnas um embate que há muito tempo existia dentro do PMDB, entre o ex-deputado Marçal Filho, agora no PSDB, e o ex-deputado federal Geraldo Rezende (PMDB). Os dois trocam farpas há muito tempo, mas agora terão a oportunidade de ver quem é mais forte nas urnas. Marçal Filho ainda não tinha declarado intenção de se candidatar a prefeito, mas agora já trabalha para disputa.

“Estou fazendo um trabalho de fortalecimento do meu nome junto a classe política parar ver se consigo apoio da classe política em geral, mas viabilizar junto ao povo para que meu nome chegue bem no início do ano que vem, quando as pesquisas serão feitas. O partido vai decidir pelo meu nome se eu estiver bem e não por imposição como o Geraldo faz, dizendo que só Deus lhe tira. Estou trabalhando para estar em uma situação boa e o partido faça o que se comprometeu, de abraçar a minha candidatura”, justificou.

O deputado aproveitou a oportunidade para criticar Geraldo Resende, que insiste em questionar a candidatura dele a Prefeitura de Dourados. Geraldo não acredita que ele será candidato e ainda citou Délia Razuk como possível candidata a vice dele.

“O interessante na fala dele é querer escalar adversário, quem deve concorrer e quem deve ficar com ele. Não tem respeito com ninguém. Fala que eu não sou candidato e que a Délia é vice dele. Este é o estilo dele”, rebateu.

O deputado também rebateu críticas de Geraldo sobre candidatura. O peemedebista acusou Marçal de lançar nome apenas para se promover. Marçal disse que Geraldo lançou nome na primeiro mandato de Murilo Zauith (PSB) e desistiu e no segundo foi derrotado nas pesquisas e deveria apoiá-lo, o que acabou não fazendo.

 “Ele atribui a mim uma prática que é dele”, finalizou. Marçal alega que não foi candidato na última eleição por traição do grupo de Geraldo, que com maioria no diretório, boicotou a candidatura dele, por 34 votos a 11.