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Política

Presidente do 31º partido do Brasil quer aproveitar janela para atrair deputados em MS

O presidente do PROS em Mato Grosso do Sul, Geraldo Rodrigues, explica que aguardará a oficialização para fechar com alguns parlamentares.

Midiamax

11 de Setembro de 2013 - 10:00

O presidente do Partido Republicano da Ordem Social (PROS), Geraldo Rodrigues, está aguardando a oficialização no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para iniciar uma busca por deputados federais e estaduais para reforçar o partido em Mato Grosso do Sul. O partido quer aproveitar a insatisfação de alguns deputados e vereadores para fazer a filiação, já que a migração para partidos recém-criados não implica em perda de mandato ao parlamentar.

Nesta terça-feira (10), cinco dos sete ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) votaram a favor da aprovação da sigla, que apresentou 515,8 mil assinaturas. Porém, por conta do pedido de vistas da ministra Luciana Lóssio, o resultado oficial deve sair apenas nos próximos dias.

O presidente do PROS em Mato Grosso do Sul, Geraldo Rodrigues, explica que aguardará a oficialização para fechar com alguns parlamentares. “Temos parceria com diversos políticos do Estado inteiro, mas não posso dizer porque compromete todos eles. Estamos à procura na Capital, conversando com deputado estadual e federal, como também nos municípios. Provavelmente, teremos deputados estaduais e federais”, contou.

Segundo Geraldo, o partido deve começar as atividades com 35 ou 40 deputados federais, contando, principalmente, com a dificuldade de outros partidos novos para conseguir a oficialização das siglas. “Acredito que a Marina Silva não consiga oficializar o dela. Está previsto o Partido Solidariedade ainda em setembro, mas vamos aguardar. Se quiser vir, nós temos espaço aberto" opinou.

Recentemente, o vereador Waldecy Chocolate (PP) revelou que pode sair do PP e ingressar em um partido novo. Ele já não tem uma boa relação com o prefeito Alcides Bernal (PP), que é presidente estadual do partido. O deputado federal Marçal Filho (PMDB) também é assediado por outras siglas devido a insatisfação dentro do PMDB, criada quando a candidatura a prefeito dele em Dourados foi abortada pelo partido.