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Política

Presos para depoimento, Giroto, Amorim e mais sete pessoas serão liberados neste sábado

A Operação Lama Asfáltica já havia o prejudicado na carreira política, pois no dia 09 de julho, depois de ter mandado de busca e apreensão cumprido em sua residência.

Midia max

13 de Novembro de 2015 - 16:36

Presos desde a última terça-feira (10) o ex-secretário Estadual de Obras e ex-deputado federal Edson Giroto (PR), bem como o empresário João Amorim, proprietário da Proteco Engenharia, além de outras sete pessoas, serão liberados até às 23h59 deste sábado (14). Isso porque os mandados eram de prisão temporária, ou seja, cinco dias para o colhimento dos depoimentos.

Os pedidos foram feitos devido a força-tarefa coordenada pelos promotores de Justiça Thalys Franklyn de Souza e Tiago Di Giulio Freire. O MPE/MS (Ministério Publico Estadual) instaurou investigação para apurar prejuízo de quase R$ 3 milhões aos cofres públicos devido a obra pagas e não executada em rodovias estaduais.

O órgão não se manifestou sobre os depoimentos ou se haverá pedido de extensão das prisões, tudo porque a apuração corre sob sigilo, além disso o intuito é preservar a intimidade dos envolvidos. Amorim foi ouvido rapidamente na tarde da última quinta-feira (12), já Giroto prestou depoimento na manhã desta sexta-feira (13) por pouco mais de uma hora.

A pedido da executiva nacional do PR, o ex-parlamentar perdeu o comando do diretório regional. A Operação Lama Asfáltica já havia o prejudicado na carreira política, pois no dia 09 de julho, depois de ter mandado de busca e apreensão cumprido em sua residência, ele deixou o cargo de assessor especial no Ministério dos Transportes.

Na madrugada de terça para quarta-feira Giroto conseguiu habeas corpus e chegou a deixar a prisão, a decisão foi revogada pelo desembargador Dorival Moreira dos Santos. Também estão encarcerados Maria Wilma Casanova Rosa, Rômulo Tadeu Menossi, Wilson Cabral Tavares e Wilson Roberto Mariano de Oliveira. A secretária de Amorim, Elza Cristina Araújo dos Santos cumpre prisão domiciliar por estar em gravidez de risco.