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Política

Solidariedade não acerta com Resende, mas promete trazer outro deputado federal

De acordo com o dirigente, apenas a bancada federal do PT está fora dos planos do partido, no entanto os demais devem ser convidados.

Campo Grande News

30 de Setembro de 2013 - 10:09

O partido Solidariedade não acertou a vinda do deputado federal Geraldo Resende (PMDB), mas ainda tem como meta filiar um deputado federal até a data limite marcada para o dia 5 de outubro, quando se encerra o prazo para filiações partidárias para candidatos que pretendem disputar a eleição em 2014.

“O Geraldo (Resende) não se manifestou em relação ao nosso convite, mas a nossa meta é trazer um deputado federal para legenda, este é o nosso principal foco”, afirmou Adauto Cândido de Almeida, presidente estadual do partido.

De acordo com o dirigente, apenas a bancada federal do PT está fora dos planos do partido, no entanto os demais devem ser convidados. “Iremos falar com todos, com os parlamentares do PMDB e das outras legendas, apenas o PT está fora dos planos”.

A bancada federal de Mato Grosso do Sul é formada pelos deputados: Geraldo Resende, Akira Otsubo, Marçal Filho e Fábio Trad do PMDB, Vander Loubet e Antônio Carlos Biffi do PT, Reinaldo Azambuja (PSDB) e Luis Henrique Mandetta (DEM).

Alianças – Segundo Adauto, o presidente nacional do Solidariedade, o deputado federal Paulinho da Força, tem feito toda articulação política nos estados, para possível vinda de novas lideranças. “Ele tem tido este papel que é fundamental neste momento, no primeiro momento a busca por um deputado federal, depois lideranças para concorrer no legislativo estadual”.

Ele ainda revelou que o partido tem uma ótima relação com o governador André Puccinelli (PMDB) e deve fechar esta parceria para 2014. “Deveremos seguir esta linha ano que vem”, confirmou. O próprio Paulinho da Força teria pedido a Puccinelli que indicasse lideranças aqui em Mato Grosso do Sul para ingressar no Solidariedade.

Atuação – O novo partido conseguiu o registro estadual e tem diretório nos municípios de Paranaíba, Guia Lopes e Nioaque. “Escolhemos estes municípios, pois a busca por assinaturas foi mais rápida, em Campo Grande teríamos que ter 1.500 fichas de apoio e 400 filiações e não havia tempo, no Estado conseguimos 3.800 fichas de apoio”, afirmou.