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Sidrolandia

Biffi destaca avanços em sistema de esgoto sanitário no MS

Na avaliação do deputado federal Antonio Carlos Biffi (PT-MS) o avanço representa um pouco do trabalho parlamentar desenvolvido em Brasília

MS Notícias

20 de Agosto de 2010 - 16:00

Levantamento apresentado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) com base na Pesquisa Nacional de Saneamento Básico (PNSB 2008), divulgado no Site IG nesta sexta-feira, registrou o aumento de 43% no oferecimento de serviços de saneamento básico em Mato Grosso do Sul, o maior verificado na região Centro Oeste.

Na avaliação do deputado federal Antonio Carlos Biffi (PT-MS) o avanço representa um pouco do trabalho parlamentar desenvolvido em Brasília, em parceria com o senador Delcidio de Amaral e a bancada federal. O parlamentar destaca que conseguiu destinar mais R$ 90 milhões em investimento para o setor de saneamento básico e abastecimento de água, beneficiando cerca de 50 municípios, com ênfase para o PAC (Programa de Aceleração de Crescimento) nas cinco maiores cidades do Estado. “No início do primeiro mandato, tínhamos menos de 16% de residências atendidas e ocupávamos a vigésima terceira posição no ranking nacional, com muito trabalho e sensibilidade do Presidente Lula e da Ministra Dilma conseguimos praticamente triplicar o atendimento”, ressaltou.

Biffi acredita com a implantação do PAC 2 – para atender municípios com menos de 50 mil habitantes, Mato Grosso do Sul poderá dobrar a quantidade de residências atendidas. “Os projetos estão protocolados em Brasília, tenho certeza que tão logo termine o período pré-eleitoral os recursos começarão a ser disponibilizados para as prefeituras”, salientou.


De acordo com o IG, o levantamento do IBGE analisou quatro serviços domiciliares: o de coleta de esgoto sanitário por rede é o que atinge a menor parcela de residências brasileiras. Apesar do avanço de 39,5% em relação à última pesquisa, apenas 44,0% dos domicílios do País tinham acesso à rede geral de esgoto em 2008. Em 2000, o índice era de 33,5%. Em 2008, apenas na região Sudeste mais da metade dos domicílios (69,8%) tinham acesso à rede. A segunda região em cobertura do serviço foi a Centro-Oeste (33,7%), com resultado próximo ao do Sul (30,2%). Seguem-se as regiões Nordeste (22,4%) e Norte (3,8%).

Com exceção do Distrito Federal, em apenas três Estados, mais da metade dos municípios possuíam tratamento de esgoto: São Paulo (78,4%); Espírito Santo (69,2%); e Rio de Janeiro (58,7%). O Ceará (48,9%) obteve a marca mais elevada do Nordeste; e, no Sul, Paraná (41,1%).

Segundo a pesquisa, pouco mais da metade dos municípios brasileiros (3.069) tinha serviço de rede de esgoto em 2008, o que corresponde a 55,2%. O números de brasileiros sem a cobertura desse serviço, considerando-se apenas os municípios sem rede coletora, era de aproximadamente 34,8 milhões de pessoas, cerca de 18% da população. Dos 27 Estados, em apenas oito, mais da metade dos municípios possuíam rede coletora de esgoto, sendo os extremos representados pelos Estados de São Paulo (99,8%)* e Piauí (4,5%).