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Sidrolandia

Caso Bruno: "Macarrão" será interrogado nesta sexta, diz TV

Ele já chegou ao Departamento de Investigações em Minas; polícia não confirmou acareação entre o suspeito e esposa do jogador, Dayanne Souza, que esteve no DI pela manhã, mas ficou calada

Abril

16 de Julho de 2010 - 16:43

Luiz Henrique Romão, mais conhecido como “Macarrão”, um dos principais suspeitos do caso de desaparecimento e suposto assassinato de Eliza Samudio, ex-amante do goleiro Bruno Fernandes, do Flamengo, deverá prestar depoimento ainda nesta sexta-feira (16). Ele já chegou ao Departamento de Investigações (DI). A Polícia Civil de Minas Gerais ainda não confirmou se haverá acareação entre ele e a esposa do jogador, Dayane Souza, que foi interrogada pela manhã, mas ficou calada. As informações são da Globo News.

“Macarrão” é amigo e funcionário de Bruno. Segundo a
polícia, ele participou do transporte de Eliza do sítio do jogador em Esmeraldas, região metropolitana de Belo Horizonte, até a casa do ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o “Bola”, em Vespasiano, onde ela teria sido assassinada.

Além de acusado de participar do assassinato da jovem em Minas, foi denunciado pelo Ministério Público do Rio (MP-RJ) pelo sequestro da jovem em outubro do ano passado, quando teriam forçado Eliza a tomar substâncias supostamente abortivas.

Na quinta (15), o menor de 17 anos, primo de Bruno, que daria novo depoimento, não foi ouvido porque seu advogado não apareceu para acompanhá-lo. O outro primo do
goleiro Bruno, Sérgio Rosa Sales, o “Camelo”, prestou depoimento à polícia. De acordo com o advogado de Sales, Marco Antônio Siqueira, ele esteve no Departamento de Investigações (DI) e deu esclarecimentos sobre alguns pontos da investigação. Este foi o segundo depoimento de “Camelo”.

Sales informou à
Polícia que viu Eliza Samudio machucada no sítio do jogador em Minas, mas não tem envolvimento na morte da jovem, disse o advogado.

Entenda o caso
Eliza Samudio desapareceu no dia 4 de junho. O último contato conhecido dela foi com a advogada Anne Faraco, que acompanhava o reconhecimento da paternidade do filho de quatro meses que dizia ser de Bruno Fernandes, à época goleiro e capitão do Flamengo. Eliza avisou no telefonema que iria a Minas Gerais encontrar o jogador, pois ele havia concordado em fazer um exame de DNA.

Nos meses anteriores, a modelo tinha levado à imprensa do
Rio de Janeiro a notícia de que estava grávida de Bruno. A criança teria sido concebida no primeiro encontro dos dois em um churrasco em maio de 2009, quando o atleta já era casado com Dayanne Souza.

Em outubro, Eliza denunciou ter recebido ameaças de Bruno, que pressionava para que abortasse a criança. A
Justiça determinou que o atleta mantivesse, pelo menos, 300 metros de distância dela.

Quando o bebê nasceu, em fevereiro deste ano, a ex-amante passou a negociar as condições para que Bruno assumisse a paternidade. Ela batizou a criança com o mesmo nome do jogador. Um mês depois, ela foi ao Rio e enviou uma mensagem para sua advogada: "Estou no mesmo hotel que fiquei aquela vez, se acontecer algo, já sabe quem foi". O advogado do jogador rejeitou o acordo proposto por ela na ocasião.

Em 24 de junho, a Delegacia de Homicídios de Contagem, região metropolitana de Belo Horizonte, onde ficava o sítio de Bruno, recebeu uma denúncia de que Eliza havia sido levada para o local, onde teria sido assassinada. Foi quando as polícias fluminense e mineira começaram as buscas por Eliza.

Dois dias depois, a mulher do jogador, Dayanne, foi autuada “por subtração de incapaz” por ter entregado filho de Eliza a uma amiga.

Na segunda-feira (28 de junho), a
Polícia de Minas Gerais fez as primeiras buscas no sítio do atleta. No dia seguinte, a perícia encontrou vestígios de sangue no carro de Bruno, retido por falta de licenciamento em uma blitz no dia 8 do mesmo mês. Mais tarde, um exame mostrou que se tratava do sangue de Eliza.

A testemunha-chave do caso, um adolescente de 17 anos, que é primo do goleiro, apareceu em 6 de julho e confirmou ter participado do seqüestro de Eliza, ao lado de Luiz Henrique Romão - mais conhecido como “Macarrão”, que era funcionário de Bruno.

O menor de idade disse que ambos levaram a mulher para o sítio do jogador e que, de lá, ela havia sido entregue ao traficante e ex-policial civil Marcos Aparecido do
Santos, conhecido também como “Bola”, “Paulista” e “Neném”, na cidade de Vespasiano, na Grande Belo Horizonte. Ele seria o responsável pela morte de Eliza, por estrangulamento.

O adolescente disse ainda que o traficante desmembrou a mulher e deu as partes do corpo dela para que cachorros comessem. Segundo a
Polícia de MG, Bruno teria acompanhado a entrega de sua ex-amante ao criminoso e presenciado o assassinato.
Luiz Henrique Romão, mais conhecido como “Macarrão”, um dos principais suspeitos do caso de desaparecimento e suposto assassinato de Eliza Samudio, ex-amante do
goleiro Bruno Fernandes, do Flamengo, deverá prestar depoimento ainda nesta sexta-feira (16). Ele já chegou ao Departamento de Investigações (DI). A Polícia Civil de Minas Gerais ainda não confirmou se haverá acareação entre ele e a esposa do jogador, Dayane Souza, que foi interrogada pela manhã, mas ficou calada. As informações são da Globo News.

“Macarrão” é amigo e funcionário de Bruno. Segundo a
polícia, ele participou do transporte de Eliza do sítio do jogador em Esmeraldas, região metropolitana de Belo Horizonte, até a casa do ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o “Bola”, em Vespasiano, onde ela teria sido assassinada.

Além de acusado de participar do assassinato da jovem em Minas, foi denunciado pelo Ministério Público do Rio (MP-RJ) pelo sequestro da jovem em outubro do ano passado, quando teriam forçado Eliza a tomar substâncias supostamente abortivas.

Na quinta (15), o menor de 17 anos, primo de Bruno, que daria novo depoimento, não foi ouvido porque seu advogado não apareceu para acompanhá-lo. O outro primo do
goleiro Bruno, Sérgio Rosa Sales, o “Camelo”, prestou depoimento à polícia. De acordo com o advogado de Sales, Marco Antônio Siqueira, ele esteve no Departamento de Investigações (DI) e deu esclarecimentos sobre alguns pontos da investigação. Este foi o segundo depoimento de “Camelo”.

Sales informou à
Polícia que viu Eliza Samudio machucada no sítio do jogador em Minas, mas não tem envolvimento na morte da jovem, disse o advogado.

Entenda o caso
Eliza Samudio desapareceu no dia 4 de junho. O último contato conhecido dela foi com a advogada Anne Faraco, que acompanhava o reconhecimento da paternidade do filho de quatro meses que dizia ser de Bruno Fernandes, à época goleiro e capitão do Flamengo. Eliza avisou no telefonema que iria a Minas Gerais encontrar o jogador, pois ele havia concordado em fazer um exame de DNA.

Nos meses anteriores, a modelo tinha levado à imprensa do
Rio de Janeiro a notícia de que estava grávida de Bruno. A criança teria sido concebida no primeiro encontro dos dois em um churrasco em maio de 2009, quando o atleta já era casado com Dayanne Souza.

Em outubro, Eliza denunciou ter recebido ameaças de Bruno, que pressionava para que abortasse a criança. A
Justiça determinou que o atleta mantivesse, pelo menos, 300 metros de distância dela.

Quando o bebê nasceu, em fevereiro deste ano, a ex-amante passou a negociar as condições para que Bruno assumisse a paternidade. Ela batizou a criança com o mesmo nome do jogador. Um mês depois, ela foi ao Rio e enviou uma mensagem para sua advogada: "Estou no mesmo hotel que fiquei aquela vez, se acontecer algo, já sabe quem foi". O advogado do jogador rejeitou o acordo proposto por ela na ocasião.

Em 24 de junho, a Delegacia de Homicídios de Contagem, região metropolitana de Belo Horizonte, onde ficava o sítio de Bruno, recebeu uma denúncia de que Eliza havia sido levada para o local, onde teria sido assassinada. Foi quando as polícias fluminense e mineira começaram as buscas por Eliza.

Dois dias depois, a mulher do jogador, Dayanne, foi autuada “por subtração de incapaz” por ter entregado filho de Eliza a uma amiga.

Na segunda-feira (28 de junho), a
Polícia de Minas Gerais fez as primeiras buscas no sítio do atleta. No dia seguinte, a perícia encontrou vestígios de sangue no carro de Bruno, retido por falta de licenciamento em uma blitz no dia 8 do mesmo mês. Mais tarde, um exame mostrou que se tratava do sangue de Eliza.

A testemunha-chave do caso, um adolescente de 17 anos, que é primo do goleiro, apareceu em 6 de julho e confirmou ter participado do seqüestro de Eliza, ao lado de Luiz Henrique Romão - mais conhecido como “Macarrão”, que era funcionário de Bruno.

O menor de idade disse que ambos levaram a mulher para o sítio do jogador e que, de lá, ela havia sido entregue ao traficante e ex-policial civil Marcos Aparecido do
Santos, conhecido também como “Bola”, “Paulista” e “Neném”, na cidade de Vespasiano, na Grande Belo Horizonte. Ele seria o responsável pela morte de Eliza, por estrangulamento.

O adolescente disse ainda que o traficante desmembrou a mulher e deu as partes do corpo dela para que cachorros comessem. Segundo a
Polícia de MG, Bruno teria acompanhado a entrega de sua ex-amante ao criminoso e presenciado o assassinato.

Bruno, sua esposa e Macarrão, além de mais cinco pessoas envolvidas no crime, tiveram sua prisão decretada após o encerramento do depoimento do adolescente, no dia 6 de julho.

O jogador e seu funcionário já foram indiciados pela
Polícia do Rio pelo sequestro ocorrido em junho deste ano e, pelo Ministério Público do Rio (MP-RJ), por sequestro, cárcere privado e lesão corporal, por conta do incidente de 2009, onde teriam tentado forçar Eliza a abortar a criança que ela carregava.
Bruno, sua esposa e Macarrão, além de mais cinco pessoas envolvidas no crime, tiveram sua prisão decretada após o encerramento do depoimento do adolescente, no dia 6 de julho.

O jogador e seu funcionário já foram indiciados pela
Polícia do Rio pelo sequestro ocorrido em junho deste ano e, pelo Ministério Público do Rio (MP-RJ), por sequestro, cárcere privado e lesão corporal, por conta do incidente de 2009, onde teriam tentado forçar Eliza a abortar a criança que ela carregava.