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Sidrolandia

Sidrolândia terá sua Alphavile com lotes que vão até R$ 110 mil

O advogado e empreendedor Gerson Claro mostra confiança no sucesso do loteamento que está sendo lançado

Marcos Tomé/Região News

06 de Maio de 2011 - 14:09

Sidrolândia terá sua Alphavile com lotes que vão até R$ 110 mil
Prefeitura aprova e Sidrol - Foto: Ilustrativa

Sidrolândia terá seu primeiro condomínio horizontal fechado voltado à população de classe média alta com condições de pagar até R$ 110 mil por um lote de 500 metros quadrados. O Golden Residence, empreendimento do advogado Gerson Claro Dino que teve o seu projeto aprovado pela Prefeitura, está sendo implantado numa área de três hectares próxima a antiga estação ferroviária perto  do centro da cidade.

Serão 51 terrenos  com tamanhos variáveis entre 380 e 500 metros quadrados com custo médio entre R$ 200,00 e R$ 220,00 o metro quadrado.  A entrada no condomínio será controlada por seguranças na guarida de acesso do condomínio que será murado.

O loteamento terá o  mesmo padrão e concepção do Alphavile existente em Campo Grande e nas cidades de médio e grande porte em vários estados do País. Só as obras de infraestrutura (drenagem, asfalto, redes de água e energia, iluminação pública, tratamento paisagístico), cobrados pela prefeitura exigirão investimento superior a R$ 1 milhão.

Os futuros proprietários só poderão construir casas com no mínimo 120 metros quadrados com projetos aprovados previamente pelo  condomínio. Entre os equipamentos de uso comum está prevista a construção de piscinas (adulto e crianças), quadra de esporte, campo de futebol, playground, salão de festas.

O advogado e empreendedor Gerson Claro mostra confiança no sucesso do loteamento  que está sendo lançado num momento em que o País passa por um bom momento econômico, crescimento da renda, cenário também reinante em Sidrolândia.

“A cidade apresentou o maior crescimento populacional do Estado. Este padrão de loteamento atende um segmento da população com interesse em construir para morar ou investir em imóveis de melhor padrão”, destacou o advogado. “É, sobretudo uma aposta no crescimento do município”, reforça.

A implantação do Golden Residence foi atrasada em quase um o ano porque não havia uma legislação municipal de parcelamento do uso do solo que regulamentasse  este tipo de empreendimento de alto padrão. Em maio do ano passado chegou a ser enviado à Câmara Municipal um projeto de regulamentação dos condomínios horizontais fechados.

O Executivo retirou a proposta de pauta optando por incluir esta modalidade de ocupação urbana na nova legislação.  A lei de parcelamento foi votada em dezembro do ano passado e só entrou em vigor neste ano depois que a Câmara Municipal derrubou os vetos às mudanças introduzidas na proposta pelos vereadores.

O projeto prevê que dos 3 hectares do loteamento, 64%, 19 mil metros (quase 2 hectares) serão destinados aos lotes; 20% (6 mil metros quadrados) para as ruas e logradouros; 10% ( 3 mil metros quadrados) reservados à áreas institucionais; 5% (1.502 metros) são para áreas verdes.

A prefeitura deu um prazo de oito meses para abertura e pavimentação das ruas, além da construção das  s de acessibilidade  do meio-fio; as redes de água, energia e iluminação pública ficam prontas em cinco meses,  em três meses estará concluída a drenagem e em dois meses o tratamento paisagístico. Nove lotes serão dados em garantia ao município até as que obras estejam concluídas.