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Esporte

No primeiro treino, Muricy mantém esquema, mas troca dois jogadores

O zagueiro Paulo Miranda continuou na lateral direita, com Reinaldo na esquerda. Pouco tempo depois, Rodrigo Caio e Paulo Miranda trocaram de posição

Globo Esporte.com

10 de Setembro de 2013 - 17:14

Muricy Ramalho não quer perder tempo para tentar ajustar o São Paulo no Campeonato Brasileiro. Logo no primeiro treino no retorno ao clube, o técnico realizou um coletivo visando a partida contra a Ponte Preta, quinta-feira, às 21h, no Morumbi.

Muricy conversa com os jogadores no campo (Foto: Marcos Ribolli)

Muricy conversa com os jogadores no campo (Foto: Marcos Ribolli)

Depois de conversar com os titulares no campo, o comandante manteve o esquema 4-2-3-1 usado por Paulo Autuori nas rodadas passadas, mas montou a equipe com duas mudanças em relação à derrota por 2 a 0 para o Coritiba, domingo, no Couto Pereira.

Os volantes Wellington, com um problema digestivo, e Fabrício perderam as posições. Entraram Denilson, recuperado de uma cirurgia no joelho direito, e Maicon. Ganso foi o único armador. Jadson ficou no time reserva.

Aloísio, pela direita, e Lucas Evangelista, pela esquerda, se alternaram entre o meio de campo e o ataque. Luis Fabiano foi o único homem mais avançado no setor ofensivo, mas recebendo o auxilio dos “pontas”.

Na defesa, Muricy manteve o volante Rodrigo Caio improvisado na zaga ao lado de Antônio Carlos. O zagueiro Paulo Miranda continuou na lateral direita, com Reinaldo na esquerda. Pouco tempo depois, Rodrigo Caio e Paulo Miranda trocaram de posição.

A formação foi a seguinte: Rogério Ceni, Paulo Miranda, Rodrigo Caio, Antônio Carlos e Reinaldo; Denilson, Maicon, Lucas Evangelista (depois Welliton), Ganso e Aloísio; Luis Fabiano.

O time reserva treinou com: Denis, Caramelo, Rafael Toloi, Edson Silva e Clemente Rodríguez; Fabrício, João Schmidt e Jadson; Silvinho, Ademilson e Negueba.

Na segunda parte do trabalho, Muricy optou por uma atividade de finalizações. O próprio treinador fazia os cruzamentos para a área. Os jogadores tinham de cabecear ou dominar e finalizar. A cada acerto, o comandante gritava “Boa, garoto!”. Nos erros, se calava. Em seguida, alguns atletas, principalmente o goleiro Rogério Ceni, bateram faltas.