Policial
Dona de boca de fumo no Vida Nova contava com ajuda de irmão foragido e do filho
A boca de fumo funcionava em uma residência na Rua Timbau, no Jardim Vida Nova, região norte de Campo Grande
Midiamax
10 de Março de 2015 - 08:57
Por volta do meio dia de segunda-feira (9), os policiais da Denar (Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico) detiveram três por tráfico de drogas e associação ao crime. Eles foram identificados como Laura Denise Gonçalves Jara, a Denise, de 37 anos, Jean Carlos Jara da Silva, de 21 anos, e Hudson Tadeu Gonçalves, de 44 anos.
De acordo com o delegado da Denar, Rodrigo Yassaka, a prisão foi realizada após uma denúncia anônima. A dona do estabelecimento é Laura Denise que contava com a ajuda do filho de 21 anos e do irmão dela, que é foragido da justiça, desde 8 de fevereiro. Hudson estava no Semiaberto da Gameleira cumprindo pena por latrocínio, roubo seguido de morte, quando fugiu do local.
A boca de fumo funcionava em uma residência na Rua Timbau, no Jardim Vida Nova, região norte de Campo Grande. Ao chegar ao local, os policiais flagraram Laura Denise com 21 papelotes de pasta base no bolso.
Ao vistoriar a casa, eles encontraram tio e sobrinho dormindo. Ao serem acordados, os dois disseram não saber da existência de drogas no imóvel. Sendo que no cômodo onde estavam havia mais seis papelotes de pasta base e porções de maconha.
Hudson e Jean foram indagados sobre estarem dormindo aquele horário. O rio falou que era foragido. Já o sobrinho contou que estava de ressaca e não foi trabalhar, porém não informou onde trabalhava.
Na casa, ainda havia R$ 258,00 em notas de pequeno valor. Laura Denise afirmou não se tratar de dinheiro da venda de drogas, mas uma pensão dada pelo ex-namorado por conta da caçula, que não estava no imóvel.
O delegado afirma que o local já foi denunciado em 2011. Na época fechamos uma venda de drogas por lá e agora de novo, explica e afirma que, o número de bocas de fumo fechadas estão aumentando por conta da demanda crescente de denúncias que estamos recebendo.
Rodrigo revela que as denúncias podem ser feitas de forma anônima pelo telefone 67 3345-0000. Iremos investigar e dar uma resposta para a sociedade, ressalta à equipe do Jornal.




