Policial
Escola onde supervisor trabalhava deve permanecer fechada "em luto" após assassinato
De acordo com a testemunha, o homem apenas confirmou o nome da vítima e disse que tinha uma encomenda saindo da sala
Midiamax
17 de Março de 2015 - 08:53
O local de trabalho do supervisor Bruno Soares da Silva Santos, de 29 anos, assassinado na manhã desta segunda-feira (16), está fechado, por motivo de luto. Ainda no dia de ontem, os responsáveis dispensaram os alunos e informaram que nesta terça-feira (17) não haveria aula, porém não quiseram falar com a imprensa.
Também no dia de ontem, algumas lojas se solidarizaram pela memória da vítima e também fecharam as portas. Porém, na manhã desta terça-feira (17), elas voltariam a ser abertas. Amigos, familiares e alunos da escola de cursos profissionalizantes localizada na Rua Maracaju, na área central de Campo Grande, onde tudo aconteceu, compareceram ao velório no supervisor que começou ontem à noite.
A despedida segue até a manhã de hoje, ocasião em que ocorre o sepultamento. O clima de luto fez com o velório ficasse lotado, com aproximadamente 1 mil pessoas, por volta das 22 horas.
Investigação
Desde a manhã de ontem, as equipes da 1ª DP (Delegacia Polícia da Civil) estão à procura do suspeito pela execução, que se identificou como Francimar, ao entrar no local e pedir para falar com Bruno.
De acordo com a testemunha, o homem apenas confirmou o nome da vítima e disse que tinha uma encomenda saindo da sala. Ele foi até um veículo Gol, cinza, placas PUX-8111, de Belo Horizonte (MG), e pegou uma arma de cano longo.
O suspeito foi até a sala onde estava a vítima e disparou contra Bruno, que teria levantado a mão na frente do rosto na tentativa de se proteger. Em seguida, o suspeito fugiu do local. O veículo foi localizado na região do Terminal Júlio de Castilho.
A polícia vai analisar as imagens do circuito de segurança da escola de cursos profissionalizantes.




