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Policial

GAECO prende família de Coronel Sapucaia que "exportava" maconha para MT e SP

Também integravam a quadrilha de Paulo César, Fernando Carlos de Oliveira Souza, que está foragido

04 de Junho de 2013 - 18:56

Uma família residente Coronel Sapucaia vinha atuando no tráfico de drogas, “exportando” maconha para Mato Grosso e São Paulo. O grupo criminoso era formado por Santiago Gomez, a esposa, Adriane Martins, a filha, Vanessa Martins Gomes e o genro, Junior Quadra Antunes. Com a família, foram apreendidas 3,4 toneladas de maconha. Eles 'exportavam' a droga para outros estados.

Os traficantes foram alvo da operação 'Rota 289' - em alusão à rodovia MS-289 - deflagrada nesta manhã pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado de Mato Groso do Sul (GAECO). O grupo criminoso estava sendo monitorado há cerca de um ano.

As investigações resultaram na prisão em flagrante por tráfico de drogas, 15 pessoas, apreensão de 10 veículos de passeio, seis armas de fogo, munições e dinheiros, tanto no Estado de Mato Grosso do Sul, quanto em Mato Grosso, Goiás e São Paulo, para onde eram transportadas as drogas oriundas de Coronel Sapucaia.

Além de fornecer drogas para diversos municípios de Mato Grosso do Sul, Santiago também mandava para outros estados. A maior apreensão foi em Rondonópolis, onde em agosto do ano passado, Paulo César Fortes foi preso em flagrante por tráfico e porte ilegal de arma de fogo.

Mesmo no presídio, Paulo César, encomendava através de telefone celular carregamentos de drogas. Para isso ele contava com Falkner de Alcântara Ribeiro, Antônio Carlos Hipólito Marques, Jair da Silva e Leandro Silva Resende. Os últimos dois foram presos em Dourados, um com 203 quilos de maconha e o outro com 401 quilos.

Também integravam a quadrilha de Paulo César, Fernando Carlos de Oliveira Souza, que está foragido. O transporte da droga era realizado pela rodovia MS-289 por veículos, bicicletas através das fazendas da região até Dourados, onde seguia de veículo para diversos lugares do país.

O transporte do entorpecente era realizado pela rodovia MS 289 através de veículos automotores ou por meio de bicicletas através das fazendas da região até Dourados de onde seguiam de veículo para diversos rincões do país.

Os ciclistas transportavam cerca de 50 kg de maconha cada um e viajavam à noite, o que dificultava a abordagem policial na medida em que podiam visualizar a aproximação de veículos sem serem vistos, pois seguiam em meio às plantações.