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Policial

Grávidas denunciam médico cubano por abuso sexual em posto de saúde

A delegada responsável pelo caso, Dilamar de Castro, informou que as mulheres passaram por exame de corpo de delito no Instituo Médico Legal de Luziânia

G1 MS

20 de Maio de 2014 - 10:52

A Polícia Civil investiga a denúncia de três grávidas contra um médico cubano integrante do programa do governo federal Mais Médicos que atua desde o começo do ano em um posto de saúde de Luziânia, cidade goiana do Entorno do Distrito Federal. Elas afirmam que o clínico geral cometeu atos libidinosos durante consulta.

Segundo uma das grávidas, que está no sétimo mês de gestação, o abuso aconteceu durante uma consulta de pré-natal.  “Fui para uma consulta de rotina, meu quadro é de infecção de urina. Ele pediu para que eu deitasse em uma maca não convencional, não usada para aquilo, e tocou nas minhas partes íntimas por um período maior que o normal de um toque. Ele teve a intenção de um ato libidinoso”, relatou.

A delegada responsável pelo caso, Dilamar de Castro, informou que as mulheres passaram por exame de corpo de delito no Instituo Médico Legal de Luziânia. O médico deve ser interrogado nesta terça-feira (20).

Segundo Dilamar, conforme o relato das vítimas, o abuso foi cometido de modo parecido nas três pacientes. “A forma como ele agia é a mesma. Eram gestantes e aí, na consulta de rotina, para verificar a situação gestacional, ele praticava o ato libidinoso com as vítimas”, afirmou a delegada.

A Secretaria de Saúde de Luziânia  informou que já afastou o médico do trabalho. O órgão disse ainda que já repassou as denúncias para o Ministério da Saúde, responsável pelo programa Mais Médicos e por contratar o profissional.