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Policial

Imóvel localizado no Centro de Campo Grande é interditado após ser tomado por incêndio

Equipes da Guarda Municipal que estava na região, fecharam o entorno do imóvel para que os trabalhos fossem realizados pelos bombeiros de forma segurança

Midiamax

01 de Dezembro de 2014 - 10:45

O imóvel de dois andares que fica na Avenida Calógeras, entre as ruas Maracaju e Antônio Maria Coelho, na região central de Campo Grande, foi interditado por conta de um incêndio ocorrido por volta das 8 horas desta segunda-feira (1º de dezembro). A estrutura foi abalada, com as chamas que chegaram a alcançar mais de dois metros de altura. Há possibilidade de desabamento.

Equipes da Guarda Municipal que estava na região, fecharam o entorno do imóvel para que os trabalhos fossem realizados pelos bombeiros de forma segurança. Equipes da Perícia Criminal já foram acionadas para saber qual foi à causa do incêndio e os militares tentam entrar em contato com o proprietário do local.

Incêndio

O fogo começou no piso superior e com isso o telhado acabou desabando. No local não havia ninguém e nenhum imóvel. De acordo com moradores da região, o local que deu lugar a um comércio está abandonado há anos.

Pelo menos quatro viaturas do Corpo de Bombeiros foram acionadas e chegaram a utilizar sete mil litros de água para conter o incêndio. Eles entraram no imóvel e fizeram buscas, após concluir os trabalhos no local.

“Fomos acionados por comerciantes, pois a fumaça preta que saía de lá chamou atenção de longe. Ao chegarmos aqui, verificamos que a situação requeria cuidados, e agimos o mais rápido possível, assim as chamas não se espalharam pelos imóveis vizinhos”, explica o capitão do Comando Metropolitano da área central de Campo Grande, Rafael Venâncio da Rocha.

Denúncia

Comerciantes e populares contaram à equipe do Jornal que antes do incêndio ser percebido, duas pessoas foram notadas saindo do imóvel. “Todos os prédios abandonados neste prolongamento são invadidos por usuários de drogas e para a prática da prostituição”, fala Dayane Carvalho, que mora na região há 23 anos.

“Aqui todos os dias tem briga e confusão deste pessoal desocupado. Chamamos a polícia, eles vêm, os ‘noinhas’ vão embora e os militares também. Porém, mais tarde, eles estes usuários e pequenos traficantes voltam”, denuncia Dayane e completa, “vivemos em constante medo por aqui”.