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Policial

Jovem é flagrado fumando maconha e turma do ‘deixa disso’ tenta impedir flagrante

Na companhia de amigos, o adolescente que usava o uniforme de Mirim e sem nenhum pudor fazia o cigarro em meio à praça

Midiamax

16 de Abril de 2015 - 13:08

Um adolescente de 17 anos, que teve o nome preservado por conta do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), foi flagrado por volta das 12 horas desta quinta-feira (16) pela GCM (Guarda Civil de Municipal) fumando maconha na Praça do Rádio Clube, área central de Campo Grande. O jovem estava com uma porção da droga em mãos e mais um dichavador.

Na companhia de amigos, o adolescente que usava o uniforme de Mirim e sem nenhum pudor fazia o cigarro em meio à praça. Ao ser abordado pelos servidores que estavam em ronda preventiva, o adolescente informou que, ‘tinha acabado de comprar a maconha de alguém que passou por ali perto, não sabendo dizer o nome’.

O jovem foi autuado e instruído que seria levado para a Deaij (Delegacia Especializada de Atendimento à Infância e Juventude). Com o anuncio da apreensão até a unidade para o registro da ocorrência, populares que estavam próximos chegaram a retalhar o trabalho da guarda dizendo: “coitado”, “é só um cigarrinho”...

Porém, ele foi encaminhado à unidade da Polícia Civil e a droga levada para a Denar (Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico), onde foi pesada. O jovem será liberado na presença do responsável, ocasião em que deve se comprometer a se tratar.

Ainda na delegacia, o adolescente contou que já foi autuado por pichação e chegou a ficar 17 dias na Unei (Unidade Educacional de Internação) por conta de um roubo que cometeu.

A equipe de reportagem do Jornal Midiamax falou com os guardas que fizeram a autuação e foi informada que, este tipo de ‘retaliação’ tem ocorrido com frenquência. “Na segunda-feira (13), por exemplo, levamos uns adolescentes que estavam usando droga à noite para a Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário). Na hora em que a mãe de um deles chegou por lá, ficou brava, falando ‘onde já se viu, levar o meu filho para polícia por causa de um cigarrinho’”, revela o servidor.