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Policial

Mais duas mulheres podem estar envolvidas em esquema de propina

A matéria de Patrícia Belarmino informa que a vinda dele à Capital foi para tomar conhecimento das investigações da PF até agora sobre o caso

Correio do Estado

21 de Junho de 2014 - 08:49

Nesta semana, a Polícia Federal prendeu Roberlayne Patrícia Alves, 28 anos, em flagrante, após a funcionária do ministério receber sete cheques que, juntos, somavam R$ 100 mil. Além dela, mais duas pessoas podem estar envolvidos no esquema.

O Ministério da Saúde enviou um dos seus consultores jurídicos para acompanhar de perto o caso de pedido de propina por parte de funcionários para agilizar a liberação de recursos e equipamentos. A informação é do jornal Correio do Estado.

A matéria de Patrícia Belarmino informa que a vinda dele à Capital foi para tomar conhecimento das investigações da PF até agora sobre o caso. Depois de ir até a Polícia Federal, o consultor esteve, ainda, com a promotora Paula Volpe, e com a direção do Hospital de Câncer Alfredo Abrão.

Na gravação feita pela PF, com autorização judicial, logo depois de receber voz de prisão, Roberlayne disse ao agente federal que havia mais funcionários do Ministério da Saúde envolvidos no caso de corrupção. Ela cita Patricia e Flávia, como as outras envolvidas no esquema. Conforme a gravação, estas duas mulheres estão lotadas no gabinete da Secretaria de Atenção à Saúde, do Ministério da Saúde.

Conforme o relato de Roberlayne à polícia, Flávia é quem receberia os R$ 100 mil. “Vim buscar o dinheiro para ela, porque estava me cobrando”, disse a ex-funcionário do ministério, logo após ser presa com os sete cheques, nas dependências do Hospital de Câncer Alfredo Abrão, em Campo Grande, na segunda-feira (16).