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Policial

Menina de 10 anos grávida do pai passará por bateria de exames após sentir dores

A menina indígena de 10 anos gravida de cinco meses foi encaminhada para o Hospital Universitário de Dourados após sentir dores na barriga

Dourados News

20 de Maio de 2015 - 16:05

A menina indígena de 10 anos gravida de cinco meses foi encaminhada para o Hospital Universitário de Dourados após sentir dores na barriga. A suspeita é que a menor teria ficado grávida do próprio pai, após sofrer abuso sexual. As informações são do conselheiro tutelar Nelson Amaral, repassadas ao cite  na manhã desta quarta-feira (20).

Depois que o fato chegou ao conhecimento do Conselho Tutelar, a menor foi encaminhada para a delegacia da mulher, onde foi registrado o boletim de ocorrência sobre o caso, em seguida a criança foi abrigada na casa da avó.

“Hoje pela manhã retornamos a aldeia Bororó e lá fomos informados que a menor voltou ao posto de saúde, com dor no baixo ventre. Ela foi levada para o hospital, então seguimos para o local no setor de pediatria, onde estava internada. Vários exames serão realizados na menor inclusive o do sexo do bebê. Ela não será liberada sem o laudo com a situação da gravidez”, explica Amaral.

A menina indígena de 10 anos gravida de cinco meses foi encaminhada para o Hospital Universitário de Dourados após sentir dores na barriga. A suspeita é que a menor teria ficado grávida do próprio pai, após sofrer abuso sexual. As informações são do conselheiro tutelar Nelson Amaral, repassadas ao cite  na manhã desta quarta-feira (20).

Depois que o fato chegou ao conhecimento do Conselho Tutelar, a menor foi encaminhada para a delegacia da mulher, onde foi registrado o boletim de ocorrência sobre o caso, em seguida a criança foi abrigada na casa da avó.

“Hoje pela manhã retornamos a aldeia Bororó e lá fomos informados que a menor voltou ao posto de saúde, com dor no baixo ventre. Ela foi levada para o hospital, então seguimos para o local no setor de pediatria, onde estava internada. Vários exames serão realizados na menor inclusive o do sexo do bebê. Ela não será liberada sem o laudo com a situação da gravidez”, explica Amaral.

De acordo com o conselheiro, a gravidez da menor pode ser de risco, por isso ela está no hospital. Depois de receber alta do hospital a menor irá para o Centro de Apoio da Saúde Indígena que fica fora da aldeia.

“A menor vai para o centro, para sair do ambiente em que aconteceu o fato e também por conta que o pai e acusado do abuso encontra-se desaparecido. É uma medida de segurança para a criança. No local ela vai ter atendimento médico e psicológico e mãe pode acompanhar ela durante esse processo”, disse Nelson.

O conselheiro informou ainda que a medida para tirar a menor da aldeia foi pedida pela promotora da infância e juventude Fabrícia Barbosa de Lima.

Sobre o abuso, a menor relatou que foi apenas uma vez, quando a mãe se ausentou de casa no período da tarde. Tanto ela quanto a mãe disseram que o pai não faz uso de bebidas alcoólicas ou drogas e que não é uma pessoa agressiva.

“A criança disse que foi apenas uma vez e que o pai não estava bêbado, isso que nos intriga sobre o caso”, comenta o conselheiro.

 

. Depois de receber alta do hospital a menor irá para o Centro de Apoio da Saúde Indígena que fica fora da aldeia.

“A menor vai para o centro, para sair do ambiente em que aconteceu o fato e também por conta que o pai e acusado do abuso encontra-se desaparecido. É uma medida de segurança para a criança. No local ela vai ter atendimento médico e psicológico e mãe pode acompanhar ela durante esse processo”, disse Nelson.

O conselheiro informou ainda que a medida para tirar a menor da aldeia foi pedida pela promotora da infância e juventude Fabrícia Barbosa de Lima.

Sobre o abuso, a menor relatou que foi apenas uma vez, quando a mãe se ausentou de casa no período da tarde. Tanto ela quanto a mãe disseram que o pai não faz uso de bebidas alcoólicas ou drogas e que não é uma pessoa agressiva.

“A criança disse que foi apenas uma vez e que o pai não estava bêbado, isso que nos intriga sobre o caso”, comenta o conselheiro.