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Policial

Polícia Civil divulga retrato falado dos suspeitos de latrocínio em fazenda de Pedro Gomes

A dúvida é por conta de uma tatuagem que o identificado como Robson tem no braço, onde está escrito Anderson Jesus de Andrade.

Edição de Notícias

18 de Julho de 2013 - 14:19

A Polícia Civil divulgou com exclusividade ao Edição de Notícias o retrato falado dos suspeitos de terem praticado latrocínio no início de junho na fazenda Araras, em Pedro Gomes, região norte de Mato Grosso do Sul. O crime resultou nas mortes do pecuarista Oscar Serrou Camy, de 78 anos, e de sua filha Marta Serrou Camy, de 44 anos.

Um adolescente de 15 anos, apontado como um dos envolvidos, foi apreendido 15 dias depois do ocorrido e revelou detalhes surpreendentes do crime cometido por ele e mais dois comparsas, identificados como Carlos e Robson ou Anderson.

A dúvida é por conta de uma tatuagem que o identificado como Robson tem no braço, onde está escrito Anderson Jesus de Andrade. Além da tatuagem ele tem falha nos dentes da frente, na arcada superior e usa colar e cordão preto com um dente grande de animal.

Segundo informações repassadas à polícia, Carlos tem 30 anos, é magro, moreno, de olhos castanhos e tem cabelo enrolado, pintado com mechas vermelhas. Ele tem cinco tatuagens, sendo a frase “Deus te dará água e comida” e uma folha de maconha na panturrilha.

Na lateral do abdômen, altura das costelas, está tatuado o rosto de uma mulher e nas costas o boneco do “Chuck” e o Coringa. A polícia informou que Carlos tem um dente superior estragado e uma falha na parte inferior, assim como faz uso de cachaça, cigarro e cocaína.

A delegada Silvia Elaine Girardi dos Santos, pede para quem tiver alguma informação sobre o paradeiro dos mesmos entrar em contato com a Polícia Civil de Coxim através do telefone (67) 3291-1463, com a Delegacia de Pedro Gomes pelo telefone (67) 3230-1359 ou pelo 190.

De acordo o adolescente, as duas vítimas foram queimadas ainda vivas, mas a polícia não acredita nesta possibilidade, pois a necropsia não constatou fuligem nas vias respiratórias dos mesmos. “Apesar das pequenas contradições, a reprodução simulada do crime comprovou a participação dos três”, afirma o delegado Amylcar Eduardo Romero.