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Policial

Polícia depende de suspeito se apresentar para esclarecer duplo homicídio

A esperança do delegado Carlos Eduardo Trevelin de chegar ao autor dos crimes é que o advogado do suspeito, cumpra a promessa de apresentar seu cliente.

Flávio Paes/Região News

10 de Março de 2015 - 13:10

Três dias depois do duplo homicídio em que foram assassinados a facadas os primos Diego Santos Rodrigues, 21 e Rogério Soares Rodrigues, de 17 anos, a Polícia ainda não tem pistas do suspeito dos crimes cometidos na praça central por volta da 1h30 da madrugada de domingo.

Como a Polícia Civil entrou no caso apenas na manhã do sábado, quando obviamente não havia ninguém  que esteve na cena do crime, não conseguiu localizar eventuais testemunhas do que ocorreu, embora se saiba que na hora do esfaqueamento (mesmo sendo de madrugada) havia muita gente circulando pela praça.

A esperança da Polícia de chegar ao autor dos crimes é que o advogado do suspeito, identificado como João Carlos, cumpra a promessa de apresentar seu cliente conforme se comprometeu na segunda-feira em contato telefônico com o delegado Carlos Eduardo Trevelin.. Este homem (que se chamaria Wallace) na semana passada se desentendeu com Diego. O rapaz morto vendeu um carro para o suspeito e não estava conseguindo receber.

Polícia depende de suspeito se apresentar para esclarecer duplo homicídioAté agora, além dos familiares das vítimas, a Polícia ouviu apenas o motorista de uma caminhonete que socorreu Rogério quando ele agonizava no asfalto da Avenida Dorvalino dos Santos (esquina com a Rua Ana Lucia de Souza Melo), logo após ser atingido por uma facada na altura do pescoço. O assassino saiu em sua perseguição a partir da praça central, logo após ter atacado (e matado) Diego com um golpe na barriga.

Outra testemunha-chave que ainda não foi localizada é uma moça identificada como Kelly, que momentos antes do crime estava com o telefone celular de Rogério. A polícia depende do resultado da necrópsia feita no corpo de Rogério para precisar se ele de fato foi perseguido e morto em frente da Farmavita ou ao ser ferido na praça, fugiu e caiu  ao solo 150 metros depois.