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Policial

Polícia encontra cadáver e prende suspeito da morte de pintor desaparecido

Na manhã desta quarta-feira (22) a Polícia Civil localizou o cadáver de Magno enterrado em meio a uma plantação de mandioca.

Redação/Região News

22 de Maio de 2024 - 13:40

Polícia encontra cadáver e prende suspeito da morte de pintor desaparecido
A ossada de Magno Fernandes Monteiro foi encontrada quase um ano após o crime. Foto: Lucas Martins/Região News.

A Polícia Civil conseguiu desvendar um crime registrado há um ano que resultou na morte do pintor Magno Fernandes Monteiro, 40 anos, que estava desaparecido desde abril do ano passado.

Na manhã desta quarta-feira (22) a Polícia Civil localizou o cadáver de Magno enterrado em meio a uma plantação de mandioca no quintal da casa onde morava na Rua Evaristo Roberto Ferreira, no Bairro São Bento.

Também foi preso João Pedro Lopes suspeito do crime, tio da vítima que morava na casa com a namorada. Em março, o Corpo de Bombeiros fez buscas e não localizou o cadáver de Magno.

No dia 25 de fevereiro, a namorada de João Pedro Lopes procurou a Delegacia de Polícia para registrar um boletim de ocorrência contra ele por violência doméstica. A mulher relatou que no dia anterior, o suspeito, irritado há agrediu, porque ela se negou a ter relações sexuais com ele, a pegou pelos cabelos, a arrastou até os fundos do quintal e disse que enterrou perto de um pé de mandioca, o corpo de Magno após assassina-lo.

Desaparecimento 

A família de Magno Fernandes Monteiro, de 40 anos, começou a espalhar cartazes esta semana para achar o rapaz desaparecido há mais de seis meses. Segundo familiares, Magno se envolveu em uma briga dias antes do desaparecimento e foi ameaçado de morte.

O pai de Magno mora em Campo Grande e o rapaz fazia visitas constantes. Mas, desde junho de 2023, ele não deu mais notícias e não foi encontrado. "Ele é pintor e costumava conseguir trabalho em fazendas, mas já tentamos entrar em contato com as fazendas próximas e não obtivemos nenhuma informação", disse um tio, que pediu para ter o nome preservado.

Segundo apurado, também há uma briga em relação a um imóvel, que está em processo de inventário. Essa briga aconteceu em abril do ano passado, dois meses antes do desaparecimento