Policial
Polícia paraguaia ajuda nas buscas do Maníaco da Cruz; relembre os casos
Imagens de Dionathan, foram enviadas ao país vizinho, para as buscas. O Maníaco estourou as grades do alojamento 11, no bloco 3, onde estava sozinho.
Midiamax
06 de Março de 2013 - 07:39
A Polícia paraguaia das cidades de Pedro Juan, Capitan Bado, Ypehy, Curuguaty, também estão atentas em relação ao paradeiro de Dionathan Celstrino, 21 anos, o Maníaco da Cruz, que fugiu da Unidade Educacional de Internação (Unei) Mitaí, em Ponta Porã, na madrugada do último domingo (3). A confirmação foi feita pela Polícia Civil e Mlitar.
Imagens de Dionathan, foram enviadas ao país vizinho, para as buscas. O Maníaco estourou as grades do alojamento 11, no bloco 3, onde estava sozinho.
Boatos de sua prisão, surgiram na tarde desta terça-feira (5), porém a polícia não confirmou. Outra suspeita era a de que Dhionathan, teria tentado cortar o pescoço de uma pessoa no Paraguai. Também após a fuga do assassino, surgiram dois perfis na rede social Facebook, sendo que em uma delas, ele teria postado que iria a Dourados, e a cidade iria sofrer. A polícia acredita que os perfis sejam falsos.
Crimes
Dionathan apreendido em outubro de 2008 em Rio Brilhante, é acusado de matar três pessoas na cidade. Na época, a delegada Maria de Lourdes, então lotada na Delegacia Especializada de Atendimento à Infância e ao Adolescente (Deaij), explicou que o jovem alegava que suas vítimas estavam no descaminho de seu deus satânico, na qual idolatrava. Então, ele as assassinava, como se fosse um favor.
As vítimas foram o pedreiro Catalino Gardena, 33, a frentista Letícia Neves de Oliveira, 22, e a estudante Gleice Kelly da Silva de 13 anos. No dia 2 de julho de 2008, Catalino, que foi morto com uma perfuração no peito, estava com os braços abertos e os pés juntos. O corpo foi deixado em um terreno baldio, sem a camisa e com a inscrição INRI no peito feita com uma faca.
No dia 24 de agosto, Letícia Neves foi encontrada nua sobre um túmulo do cemitério da cidade, na mesma posição e com uma tatuagem de uma cruz no peito. De acordo com a Polícia Civil, ela foi estrangulada.
Já no dia 6 de outubro, a polícia encontrou o corpo da Gleice Kelly, também estrangulada e na mesma posição. Junto à vítima, havia um bilhete com cruzes e letras soltas que, dentro de possibilidades, formavam a palavra inferno".
Em setembro, uma possível vítima do maníaco da cruz identificada como Carla, conseguiu sobreviver, em um absolvimento do criminoso. Na época ela teria sido julgado a jovem como "pura".




