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Política

Governo Bolsonaro tem aprovação de 29% e reprovação de 38%, diz pesquisa Ibope

Levantamento encomendado pela CNI foi feito de 5 a 8 de dezembro e ouviu 2 mil pessoas em 127 municípios.

G1

20 de Dezembro de 2019 - 14:27

Governo Bolsonaro tem aprovação de 29% e reprovação de 38%, diz pesquisa Ibope

Pesquisa Ibope divulgada nesta sexta-feira (20) mostra os seguintes percentuais de avaliação sobre o governo do presidente Jair Bolsonaro:

  • Ótimo/bom: 29%;
  • Regular: 31%;
  • Ruim/péssimo: 38%;
  • Não sabe/não respondeu: 3%

A pesquisa foi encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). De acordo com a entidade, o levantamento foi feito entre os dias 5 e 8 de dezembro e ouviu 2 mil pessoas em 127 municípios.

Segundo a pesquisa, o índice de confiança no presidente é de 41%, enquanto 56% afirmam não confiar nele. Outros 4% não souberam ou não quiseram responder.

A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos e, a confiança, de 95%.

Em setembro, o Ibope divulgou uma pesquisa também encomendada pela CNI sobre a aprovação do presidente.

Os números de setembro foram: Ótimo/bom: 31%; Regular: 32%; Ruim/péssimo: 34%; Não sabe/não respondeu: 3%.

A sondagem também considerou a expectativa da população sobre o governo. Os resultados apontam que 34% acreditam que os próximos anos de mandato de Bolsonaro serão ótimos ou bons. Outros 32% disseram que serão ruins ou péssimos. Para 28%, os próximos anos serão regulares.

Forma de governar

Um dos aspectos pesquisados diz respeito à aprovação da maneira de governar do presidente Jair Bolsonaro. Sobre este quesito, os resultados foram:

  • Aprova: 41%;
  • Desaprova: 53%;
  • Não sabe não respondeu: 6%.

Segurança Pública

A pequisa avaliou ainda a percepção da população a respeito de áreas do governo. Em relação à segurança pública, 50% dos entrevistados disseram aprovar, enquanto 47% desaprovam. Outros 3% não responderam ou disseram não saber.

Ainda de acordo com a pesquisa, 42% dos entrevistados acreditam que as notícias têm sido desfavoráveis ao governo, 17% que elas têm sido mais favoráveis e 26% que não têm sido nem favoráveis, nem desfavoráveis.