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Um jornal a serviço do MS. Desde 2007 | Quarta, 16 de Junho de 2021

Saúde

Amazonas também oferece leitos hospitalares para pacientes de MS

Campo Grande News

10 de Junho de 2021 - 13:29

Amazonas também oferece leitos hospitalares para pacientes de MS
Secretário estadual de saúde, Geraldo Resende, durante live extraordinária para a apresentação do novo prosseguir (Foto: Reprodução)

O governo do Amazonas ofereceu leitos de tratamento intensivo para receber pacientes graves com Covid-19 de Mato Grosso do Sul. O anúncio foi feito pelo secretário estadual de saúde, Geraldo Resende, durante live extraordinária para a apresentação do novo prosseguir, realizada nesta quinta-feira (10). De acordo com o secretário, além do Amazonas, o estado do Espírito Santo que recentemente havia se recusado a receber pacientes sul-mato-grossenses voltou atrás e também cogita a possibilidade de ajudar o Estado.

“Temos uma leva de pacientes que já foram encaminhados para Rondônia, para a capital e interior de São Paulo e agora o Estado do Amazonas nos ofertaram leitos, assim como o Espírito Santo, que ontem voltou a manifestar interesse em ajudar Mato Grosso do Sul”, revelou Geraldo Resende. No total, Mato Grosso do Sul já soma 23 pacientes com covid-19 transferidos para tratamento da doença em outros estados. As transferências começaram na semana passada devido à superlotação dos hospitais em todas a macrorregiões do Estado.

As transferências mais recentes foram realizadas na tarde de ontem (10), 4 pessoas com quadro grave da doença foram encaminhadas para a cidade de São Bernardo do Campo. Na semana passada, 9 pacientes foram transferidos para o Estado de Rondônia. No domingo, segunda e terça-feira outros 10 seguiram para a capital de São Paulo.

“Estamos trabalhando para que em um curto espaço de tempo possamos instalar 50 novos leitos de UTI’s, já temos uma orientação do governo para instalar [leitos] aqui na capital e em alguns municípios para evitar fazer viagens a procura de leitos de UTI’s em estados distantes de Mato Grosso do Sul, que exige uma dificuldade em logística, custos e translado”, finalizou Resende.