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Um jornal a serviço do MS. Desde 2007 | Segunda, 17 de Maio de 2021

Sidrolândia

Em três meses de campanha, Sidrolândia vacinou 64% dos grupos prioritários

Sidrolândia está na posição 64, num ranking de 79 municípios, porque até agora vacinou só 64% das pessoas.

Flávio Paes/RN

18 de Abril de 2021 - 19:28

Em três meses de campanha, Sidrolândia vacinou 64% dos grupos prioritários
Foto: Rafael Brites

Conforme levantamento da Secretaria Estadual de Saúde transcorridos três meses do início da campanha de vacinação contra Covid-19, Sidrolândia está na posição 64, num ranking de 79 municípios, porque até agora vacinou só 64% das pessoas que integram os grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde nesta primeira fase da Imunização.

Das 10.339 pessoas que formam este grupo, 6.649 receberam a primeira dose e 3.368 a segunda dose e, portanto, estão imunizadas, 32,57% de cobertura. Falta ainda atender 3.690 pessoas com a primeira dose. No sábado, foram oferecidas 500 vacinas para concluir a imunização de quem recebeu a primeira dose no último dia 23 de março.

Só apareceram 326 pessoas, 174 faltaram que terão de comparecer nas unidades básicas de saúde para receber a segunda dose. Pelo levantamento da Secretaria Estadual de Saúde, Paranhos, Jateí, Caarapó, Paraíso das Águas, Tacuru, Dois Irmãos do Buriti, Antônio João e Laguna Carapã são os oito municípios com melhor desempenho na aplicação de primeira dose da vacina contra a covid-19 em Mato Grosso do Sul.

Essas cidades atingiram, cada uma, mais de 80% de seus grupos prioritários. Para a primeira fase da campanha, conforme diretrizes do governo federal, são grupos prioritários idosos, pessoas com deficiência, indígenas, quilombolas e profissionais de saúde.

Uma das razões apontadas pelos técnicos da Saúde para justificar este desempenho pior, por exemplo, que o de municípios vizinhos (Nova Alvorada do Sul, já vacinou 68% do público, Maracaju, 70% e Dois Irmãos do Buriti) é a questão logística, a dificuldade de chegar a alguns moradores, residentes a 70 km do centro.

Há também aqueles que se recusam a tomar a vacina. Na comunidade indígena, por exemplo, que tem as duas doses disponíveis desde o início da campanha, 129 não receberam a primeira dose e 131 a segunda. Os índios é o segmento com maior número de vacinados.