SIDROLÂNDIA- MS
Hospital projeta unidade de hemodiálise para encerrar viagens de pacientes à Capital
A iniciativa busca atender uma demanda crescente no município e reduzir a necessidade de deslocamento de pacientes para Campo Grande.
Redação/Região News
16 de Abril de 2026 - 13:13

O Hospital Elmíria Silvério Barbosa estuda a implantação de um serviço próprio de hemodiálise, com investimento inicial estimado entre R$ 1,5 milhão e R$ 2 milhões. A iniciativa busca atender uma demanda crescente no município e reduzir a necessidade de deslocamento de pacientes para Campo Grande.
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O projeto prevê a implantação de uma estrutura completa para o funcionamento do serviço de hemodiálise, com a instalação inicial de 16 máquinas, dimensionadas conforme critérios técnicos que estabelecem a proporção de um profissional de enfermagem para cada quatro pacientes por turno.
O investimento abrange ainda um sistema de tratamento de água de alta performance indispensável para a segurança do procedimento, além de poltronas e insumos específicos, e a formação de uma equipe multidisciplinar composta por médico nefrologista, enfermeiro especializado e técnicos de enfermagem, garantindo suporte integral aos pacientes.
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Atualmente, entre 35 e 38 pacientes de Sidrolândia precisam se deslocar até a Capital pelo menos três vezes por semana para realizar hemodiálise.''
Com a implantação do serviço no município, a expectativa é garantir mais conforto, reduzir o desgaste físico dos pacientes e diminuir os custos com transporte custeado pela prefeitura.
A proposta também prevê atendimento regional, com capacidade para absorver demandas de municípios vizinhos, como Dois Irmãos do Buriti e Nova Alvorada do Sul, fortalecendo a rede de saúde no interior do Estado.

A instalação dentro da própria estrutura hospitalar é apontada como um dos diferenciais do projeto. Segundo a diretora administrativa, Amanda Basso, isso permitirá otimizar serviços já existentes, como cozinha, lavanderia, centro cirúrgico e o suporte da equipe de pronto-socorro.
‘’Estamos levantando a possibilidade de conseguir emendas parlamentares para a implementação, especialmente para aquisição de equipamentos, e buscando a habilitação junto ao Ministério da Saúde para garantir o custeio federal e estadual”, afirmou a diretora.
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A habilitação é considerada etapa essencial para a viabilidade do serviço, pois permite que o hospital receba repasses por sessão realizada, garantindo a manutenção do atendimento sem sobrecarregar exclusivamente os cofres municipais.




