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Sidrolandia

Aulas na UFGD serão retomadas hoje e ano letivo deve ser encerrado em abril

Ainda conforme divulgado no calendário, a previsão do término do ano letivo - 2016 - fica para março de 2017

Impacto News

19 de Outubro de 2015 - 13:48

As aulas da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados) retornam na segunda-feira (19). De acordo com a reitoria, a decisão foi tomada em assembleia realizada nessa sexta-feira (16). A perspectiva para o término do ano letivo de 2015 é para abril de 2016.

Com isso, as aulas que estão pendentes ainda do primeiro semestre tem previsão de término para novembro de 2015, com o segundo semestre se iniciando em dezembro. Após isso será estabelecido um período de recesso e férias.

De acordo com a reitora Liana Maria Calarge, essa questão ainda será debatida em audiência pública mas, inicialmente a previsão é que se tenha duas semanas de férias e que as atividades sejam retomadas dia 18 de janeiro.

“Essa é a definição inicial, mas, vamos ouvir a comunidade acadêmica para concretizar isso”, disse.

O segundo semestre de 2015 será retomado após esse período e conforme o calendário acadêmico oficial da instituição será finalizado em 28 de abril 2016. Assim, após mais um período de recesso, no dia 16 de maio as aulas são retomadas e então começa o 1° semestre do ano de 2016.

Ainda conforme divulgado no calendário, a previsão do término do ano letivo - 2016 - fica para março de 2017.

A audiência pública para definir sobre o tempo de recesso e férias para janeiro acontece no dia 23 de outubro no auditório da UFGD I, às 8h. De acordo com a reitora é fundamental a participação dos acadêmicos para a melhor decisão.

“É importante que a comunidade acadêmica tem que participar para juntos analisarmos e definir a melhor forma para nos reorganizarmos” disse.

A greve

Essa foi uma das greves mais longas da UFGD, ultrapassando 130 dias. O ato ocorreu a nível nacional junto a outras categorias e a definição pelo fim aconteceu no dia 13 passado, porém a categoria segue insatisfeita com as mudanças conquistadas.

Na entrevista da semana do Dourados News mostramos que os docentes não concordam com a mudança salarial obtida. Eles temem que os cortes anunciados pelo governo precarizem o trabalho e apesar da volta as atividades, seguirão em busca de negociações.

“A gente pedia no início da greve 27.6% de correção para zerar com as perdas inflacionadas e o que o governo ofereceu é 5.5% de agosto para 2016, mais 5% para janeiro de 2017, o que consideramos insuficiente. Foram anunciados cortes também que devem impactar negativamente a instituição e com isso voltaremos as atividades mas seguiremos na tentativa de negociações”, destacou.