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Sidrolandia

Chuva da madrugada alaga unidade central e solução custa R$ 150 mil

Os 20 pacientes que aguardavam na fila para entregar material de exame logo na abertura do posto foram recepcionados com este cenário de caos.

Flávio Paes/Região News

26 de Outubro de 2015 - 13:54

A chuva que caiu nesta madrugada de segunda-feira (26/10) em Sidrolândia alagou a Unidade Central de Saúde, Acelino Roberto Ferreira, acumulando 15 centímetros de lâmina de água no primeiro pavimento que escoou para o térreo (onde estão localizados os consultórios).

Resultado; acumulou-se tanta água ao ponto das cinco funcionárias da empresa terceirizada encarregada da limpeza, que chegam para trabalhar às 6 horas, só terem conseguido remover toda a enxurrada acumulada, três horas depois.

Os 20 pacientes que aguardavam na fila para entregar material de exame logo na abertura do posto foram recepcionados com este cenário de caos. Por volta das 9 horas  estiveram no posto os vereadores David Olindo e Maurício Anache, médico pediatra que atende lá, a situação ainda não tinham melhorado muito.

Segundo a secretária municipal de Saúde, Leila Couto, o problema não é de agora, a solução depende da liberação de uma emenda de R$ 150 mil para reformar geral do telhado, que apresenta problemas nas calhas de caimento, constatado por uma equipe de engenheiros da Prefeitura.

“O projeto foi elaborado. Mas infelizmente não temos recursos próprios para reformar não só o telhado, mas todo o prédio, para evitar que a cada chuva mais forte, o problema se repita”. No 1º andar, funcionam salas de reuniões, laboratório, sala do planejamento familiar e de exame. As maiores goteiras estão na cozinha, por onde entra a água da chuva, escorrendo pela parede, que ganharam um aspecto de sujeira lamacenta.

De qualquer forma, em janeiro o posto central vai fechar, com a inauguração da UPA (Unidade de Pronto Atendimento). A Secretaria de Saúde – depois de uma reforma – pretende instalar no local a unidade de básica de saúde do centro da cidade. O assunto foi destaque na sessão da Câmara desta segunda-feira.

Para o vereador David Olindo, presidente do Legislativo, há um descaso na manutenção do prédio, além da falta de bom-senso da administração da unidade. A seu ver, medidas simples de reparos, mesmo que paliativo até que uma reforma completa seja feita: “É o mínimo que a secretária pode fazer. Se não esta dando de concertar o telhado, imagina cuidar de coisa mais complexas”, cobrou o vereador.