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Sidrolandia

Em requerimentos, David cobra da Saúde lista de presença e ponto digital nos postos de saúde

Para o vereador a Câmara Municipal não pode continuar indiferente aos problemas na saúde que está se refletindo em situações trágicas no município

Flávio Paes/Região News

01 de Outubro de 2014 - 15:31

O vereador David Olindo (SDD) apresentou requerimentos em que cobra da Secretaria de Saúde uma série de informações sobre o salário e a folha de frequência dos profissionais da Saúde que atuam nas unidades básicas, Posto Central e Hospital Elmiria Silvério Barbosa. O vereador, que defendeu a substituição da secretária Leila Couto “por falta de competência gerencial”, está sugerindo ao prefeito que estenda à rede pública de saúde o ponto eletrônico já implantado na Secretaria de Infraestrutura, Habitação e Transporte.

 “Estamos propondo ao prefeito que torne obrigatória a fixação de cartazes nos postos de saúde, com a relação dos médicos de serviço e o horário de serviço deles - destaca o vereador, para quem é preciso acabar com um suposto “acordão” existente entre a Prefeitura e alguns médicos, que não cumprem suas jornadas de trabalho nas UBS, em troca, concordam em fazer plantões” - completa. O vereador espera uma ação mais efetiva do Conselho Municipal de Saúde no sentido de fiscalizar a aplicação dos recursos repassados fundo a fundo.

Para o vereador a Câmara Municipal não pode continuar indiferente aos problemas na saúde que está se refletindo em situações trágicas como a morte da menina Thalita Jorge de Moraes. “A sociedade precisa ter uma resposta. Saber o que de fato aconteceu, porque os médicos que atenderam, no dia 15 na UBS do Jardim Jandaia e no dia 19, na Unidade Central, sequer pediram um exame de sangue, muito embora, ela estivesse com febre alta e vomitasse”, comentou.  

O vereador está cobrando da Saúde à relação de funcionários, o salário deles e o número de necropsias realizadas no Instituto Médico Legal de Sidrolândia, que há meses não funciona, embora haja dois médicos na folha de pagamento ganhando em torno de R$ 4 mil para atuarem como legistas.