Logomarca

Um jornal a serviço do MS. Desde 2007 | Quarta, 1 de Dezembro de 2021

Sidrolandia

Prefeitura adia para segunda-feira resposta oficial a reivindicação salarial de servidores

Ficaram de fora representantes de outros 9 segmentos do funcionalismo, além dos vereadores Edno Ribas e Rosangela Rodrigues.

Flávio Paes/Região News

10 de Setembro de 2013 - 13:18

Foto: Assessoria

Prefeitura adia para segunda-feira resposta oficial a reivindicação salarial de servidores

Reunião durou pouco mais de 40 minutos no gabinete do prefeito Ari Basso

A comissão de servidores municipais saiu da terceira reunião com o prefeito Ari Basso, que durou 40 minutos, sem uma proposta salarial para a categoria que promoveu na segunda-feira uma manifestação para cobrar um reajuste de 12%. Deste novo encontro a única conclusão é de que na segunda-feira  a Prefeitura vai  encaminhar um documento em que responderá a reivindicação dos servidores.

A noite, já está programada para às 19 horas a assembleia geral dos funcionários quando eles vão avaliar a resposta que tanto pode ser um reajuste salarial ou a confirmação de que neste ano não haverá aumento em função das dificuldades financeiras. A conversa começou  às 7h30 e só teve a participação de três dos servidores que foram até a prefeitura, e do presidente do Sindicato, Idemar Roberto Aquino.

Ficaram de fora representantes de outros 9 segmentos do funcionalismo, além dos vereadores Edno Ribas e Rosangela Rodrigues. Só  o “republicano”  Nélio Paim, participou porque é funcionário concursado, representando o pessoal da saúde.  Além do prefeito, estava presente o assessor especial de Governo, Enelvo Felini, além do consultor jurídico, Dr. Daniel Alves.

O prefeito mais uma vez pediu a compreensão dos funcionários, se queixou das dificuldades financeiras e até mesmo manifestou temor de ser preso caso conceda um reajuste salarial e os gastos com pessoal extrapole o limite de 54% da receita líquida fixado pela Lei de Responsabilidade Fiscal.

Enelvo também reforçou os argumentos do prefeito, destacando que em 2012, não houve reajuste e nem por isto os funcionários saíram às ruas em protesto. Lembrou-se das dívidas herdadas do ex-prefeito Daltro Fiuza, incluindo a folha de dezembro que não foi paga. O secretário pediu um crédito de confiança para a administração municipal.

Ainda está sendo buscada uma saída jurídica que permita a concessão de reajustes para os servidores que ganham até dois salários mínimos. Pelo princípio da isonomia, não seria possível só beneficiar algum segmento específico do funcionalismo com aumento. O vereador Nelinho propôs como saída para viabilizar o reajuste, a demissão dos contratados com maiores salários e a suspensão de todas as gratificações.