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ECONOMIA

Café da manhã está até 25% mais caro em Campo Grande

De acordo com os números do Nepes, o queijo muçarela de determinada marca custava, em média, R$ 19,90 em janeiro e, no mês passado, R$ 24,93

Correio do Estado

20 de Outubro de 2014 - 07:16

Uma combinação de fatores tornou o café da manhã dos campo-grandenses até 25,26% mais caro neste ano. Redução da oferta, com quebra de safra por causa do clima, aumento das exportações e desaquecimento do mercado doméstico ajudam a compreender a inflação da primeira refeição do dia, segundo análise do coordenador do Núcleo de Pesquisas Econômicas (Nepes) da Anhanguera-Uniderp, Celso Correia de Souza. 

De acordo com os números do Nepes, o queijo muçarela de determinada marca custava, em média, R$ 19,90 em janeiro e, no mês passado, R$ 24,93 – alta de 25,26%. Também apresentaram aumentos (os maiores verificados por tipo de produto): margarina (14,98%, de R$ 3,43 em janeiro para R$ 3,95 em setembro); café em pó (14,52%, de R$ 5,63 para R$ 6,45); leite longa vida (9,73%, de R$ 2,45 para R$ 2,69); presunto (4,28%, de R$ 18,82 para R$ 19,63) e pão francês (3,27%, de R$ 7,42  para R$ 7,66). 

O Nepes considerou 24 itens. Apenas seis deles ficaram mais baratos. Entretanto, em um recorte menor, na comparação entre os meses de setembro e agosto, a quantidade de itens deflacionados sobe para 12. A maior queda foi a do açúcar de determinada marca, que reduziu de R$ 3,24 (agosto) para R$ 3,04 (setembro).