ECONOMIA
Caged aponta criação de 298 novos emprego, com destaque para o setor de serviços
Este resultado reverte a situação negativa verificada em igual período de 2014, quando houve o registro do desaparecimento de 45 empregos.
Flávio Paes/Região News
25 de Outubro de 2015 - 23:39
O setor de serviço (basicamente a área de transporte) respondeu por 37,42% das novas ofertas de emprego geradas em Sidrolândia nos primeiros nove meses de 2015 que registrou a abertura de 298 vagas de trabalhados (2.799 contratações e 2.501 demissões). Este resultado reverte a situação negativa verificada em igual período de 2014, quando houve o registro do desaparecimento de 45 empregos e a de 2013. Naquele, impactado com o fechamento da Usina Olinda, nos primeiros 9 meses daquele ano, houve redução de 561 empregos com carteira assinada.
Levantamento do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) mostra que de janeiro a setembro a área de serviço gerou 111 novos empregos de carteira assinada, ampliando em 9,85% o número de trabalhadores no setor, que passou de 1.126 para0 1.237. Foram registradas 615 contratações e 504 demissões.
O destaque é o de transporte, com 106 novos empregos, um incremento de 70% sobre os 354 que existiam em janeiro. Este incremento reflete o impacto da criação do transporte coletivo na cidade, embora à empresa responsável pelo serviço (a Vacaria) tenha aproveitado boa parte do pessoal que utilizava quando fazia o transporte apenas dos trabalhadores da Seara.
Depois da área de serviço, que também gera empregos com a prestação de serviço para agricultura e a indústria, de janeiro a setembro foram abertas 87 oportunidades de trabalho agrícola; 77 na indústria de transformação e 11 na construção civil. O resultado no setor industrial foi em parte comprometimento porque as empresas da área têxtil mesmo diante a promessa da Tip Top de abrir em um ano pelo menos 100 novos empregos, continuam contratando muito pouco ou até demitindo.
Enquanto a Seara, que inaugurou a nova câmara frigorífica, criou 106 novas vagas; o setor têxtil, fechou 17. No mês passado, por exemplo, não houve nenhuma contratação, enquanto foram demitidas 20 trabalhadoras. Nos últimos 12 meses, o segmento cortou 31 vagas, enquanto no computo geral de todos os segmentos econômicos, 59 empregos formais desapareceram.




