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ECONOMIA

Gás de cozinha deverá ficar mais caro na próxima semana

Em MS, funcionam em torno de 1.600 revendas de gás credenciados, só na Capital, em torno de 800, segundo a sindicalista.

Correio do Estado

30 de Agosto de 2014 - 07:08

Segunda-feira (1º) o gás de cozinha fica mais caro, informou a presidente do Sindicato dos Revendedores de Gás em Mato Grosso do Sul, Neusa de Fátima Borges Leal. O reajuste vai oscilar de 3% a 6,25%, percentual que eleva o preço do botijão para até R$ 58,00, disse a sindicalista. Hoje, o gás de cozinha custa, em média, de R$ 50,00 a R$ 55,00, em Campo Grande.

Neusa informou que aumento já era o previsto anúncio ocorre sempre em setembro - e obedece ao chamado dissídio coletivo dos trabalhadores dos derivados do petróleo. A variação do custo do gás entre uma revendedora e outra, segundo a sindicalista, ocorre devido aos gastos com empregados.

“Tem revendedora que emprega duas pessoas, outras cinco, até 20 trabalhadores. Por isso, hoje o valor do gás varia de R$ 50,00 a R$ 55,00”, disse Neusa.

A sindicalista disse ainda que os consumidores devem ficar atentos ao preço estabelecido por mercado. “Justamente nesse período [aumento] aumentam também o número de revendedores irregulares e clandestinos. Aqui em Campo Grande já houve casos de pessoas que vendiam gás adulterado. Quando o preço for bem diferente do cobrado na praça, desconfie, pode haver irregularidade”, afirmou Neusa.

A questão levantada pela sindicalista já foi investigada aqui na cidade. Ao invés de gás, os clandestinos vendiam até água no lugar. À época, o gás de cozinha custava até R$ 15 mais barato que o preço tabelado nos postos de venda. Em MS, funcionam em torno de 1.600 revendas de gás credenciados, só na Capital, em torno de 800, segundo a sindicalista.