ECONOMIA
Mato Grosso do Sul cria 1,7 mil empregos formais em maio e mantém saldo positivo
Estado registrou saldo positivo de 1.779 postos de trabalho com carteira assinada, impulsionado pelo setor de serviços, segundo o Novo Caged.
Capital News
05 de Julho de 2026 - 11:21

Mato Grosso do Sul encerrou o mês de maio com saldo positivo de 1.779 empregos formais, conforme dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Dos cinco grandes setores da economia analisados, quatro registraram crescimento no número de vagas com carteira assinada. Apenas o comércio apresentou saldo negativo no período.
Entre os 79 municípios sul-mato-grossenses, Campo Grande liderou a geração de empregos formais, com 517 novas vagas. Na sequência aparecem Três Lagoas, com 235 postos de trabalho, Dourados, com 232, Inocência, com 154, e Naviraí, que registrou saldo de 138 empregos.
O setor de serviços foi o principal responsável pelo resultado positivo, com a criação de 851 vagas. Em seguida aparecem a indústria, com 605 novos postos, a construção civil, com 444, e a agropecuária, com 105. O comércio foi o único segmento a fechar o mês no vermelho, com saldo negativo de 226 vagas.
O levantamento também mostra que tanto mulheres quanto homens tiveram saldo positivo nas contratações. As mulheres ocuparam 1.080 das novas vagas formais, enquanto os homens responderam por 699 postos de trabalho.
Na análise por faixa etária, os jovens entre 18 e 24 anos lideraram as contratações, com saldo de 1.049 empregos. Já em relação à escolaridade, os trabalhadores com ensino médio completo preencheram a maior parte das vagas, somando 1.169 novos vínculos formais.
No cenário nacional, o Brasil criou 72.960 empregos com carteira assinada em maio, resultado de 2,20 milhões de admissões e 2,13 milhões de desligamentos. No acumulado de janeiro a maio, o país registrou a abertura de 767.326 vagas formais.
Diferentemente de Mato Grosso do Sul, todos os cinco grandes setores da economia apresentaram saldo positivo no país. O setor de serviços liderou a geração de empregos, seguido pela construção, agropecuária, indústria e comércio.
O salário médio real de admissão no Brasil foi de R$ 2.384,10 em maio, valor 1,5% superior ao registrado no mesmo período do ano anterior.




