Logomarca

Um jornal a serviço do MS. Desde 2007 | Sábado, 20 de Julho de 2024

Economia

MS fica em 1° lugar com maior consumo de energia do Brasil

O Estado registrou percentual de 13,3%, segundo dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica.

Campo Grande News

09 de Julho de 2024 - 09:37

MS fica em 1° lugar com maior consumo de energia do Brasil
Luz acesa aumenta consumo de energia elétrica (Foto: Henrique Kawaminami).

Mato Grosso do Sul foi o estado que registrou o maior consumo de energia elétrica em maio. De acordo com a CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica) o percentual chegou a 13,3%.

Em seguida está Paraná (10,7%); São Paulo (10,3%) e Amazonas (8,9%). Rondônia e Rio Grande do Sul tiveram queda no consumo, de 2,6%. Em Mato Grosso do Sul, o consumo ficou em 785 megawatt e a geração em 686 mw.

A justificativa para esse aumento, segundo a CCEE, é que neste período tem frente fria, mas a situação inversa, de ondas de calor e menos chuva, elevou o consumo de eletricidade em todas as regiões.

O ramo que mais “tomou” energia foi o de madeira, papel e celulose (101,7%); em seguida extração de minerais metálicos (53,8%); e químicos (44%). Setor de alimentos demandou 16,4% de energia; bebidas, 14,5%; e comércio, 10,5%.

MS fica em 1° lugar com maior consumo de energia do Brasil
Mapa mostra percentual de aumento de cada estado (Foto: Reprodução/Câmara de Comercialização de Energia Elétrica).

Brasil - O País teve consumo de 70.207 megawatts médios, aumento de 8% se comparado com o mesmo mês do ano passado.

O mercado regulado tem maior influência do clima. Por conta do calor, o consumo no segmento avançou 12,3% na comparação anual. Já no ambiente livre, que é quando o comprador pode escolher de quem quer adquirir seu fornecimento e negociar, o aumento foi de 1,8%.

Em relação ao ramo dos gastos, na comparação com o mesmo período do ano passado, o destaque fica para o setor de Madeira, Papel e Celulose (7,4%); Saneamento (6,5%) e Bebidas (6%). Entre os que registraram maior declínio estão a indústria têxtil (-6,5%), químicos (-4,5%) e veículos (-2,1%).