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Educação

UFGD adia início de aulas presenciais e vai exigir passaporte de vacina

Retorno das atividades em sala de aula seria no dia 1º, mas foi adiado para 15 de fevereiro.

Campo Grande News

27 de Janeiro de 2022 - 15:14

UFGD adia início de aulas presenciais e vai exigir passaporte de vacina
Retorno das atividades em sala de aula seria no dia 1º, mas foi adiado para 15 de fevereiro

A UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados) vai exigir passaporte de vacina contra covid-19 de estudantes e servidores. A medida foi tomada nesta quarta-feira (26), depois de oito horas de reunião do Cepec (Conselho de Ensino, Pesquisa, Extensão e Cultura), na sede da universidade em Dourados.

A decisão acaba com a polêmica entre o próprio conselho e a reitoria temporária da UFGD. Ainda no ano passado, o Cepec tinha aprovado resolução exigindo o comprovante de vacina. No início deste mês, no entanto, a direção admitiu que não ia colocar a exigência em prática.

Na reunião de ontem, os membros do conselho chegaram ao consenso de que docentes, técnicos administrativos e estudantes que não estiverem imunizados contra a covid-19 deverão ser proibidos de participar de atividades didático-pedagógicas presenciais. Alunos sem esquema vacinal completo terão o curso trancado até a regularização.

Outra medida aprovada ontem foi o adiamento das atividades de ensino de graduação presenciais, inicialmente marcadas para o dia 1º, próxima terça-feira. Segundo a UFGD, para viabilizar a identificação e levantamento de servidores e estudantes que ainda não imunizados, as aulas agora vão começar em 15 de fevereiro.

Com a aprovação da exigência do chamado “passaporte vacinal”, a reitoria promete levantar o quadro de imunização dos acadêmicos. Até o dia 4 de fevereiro, todos estudantes de graduação da UFGD deverão enviar comprovante de vacinação por meio de formulário eletrônico específico.

Ainda segundo a assessoria da UFGD, o aumento de casos de contaminação por coronavírus em Dourados e o fluxo de pessoas nos hospitais e Unidades Básicas de Saúde na cidade também influenciou o Cepec a adiar por mais 15 dias o retorno presencial das atividades de ensino. Alunos e professores com comorbidades poderão fazer atividades remotas.