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Política

Mandetta avalia que as votações importantes serão prejudicadas em função do calendário curto em 2014

Para ele, o calendário apertado exigirá muita habilidade das lideranças partidárias para a construção de consensos em torno de pautas polêmicas

Assessoria

31 de Janeiro de 2014 - 14:11

O calendário de 2014 no Congresso Nacional será totalmente atípico em função de uma série de eventos no Brasil, mas terá que ser suficiente para a votação de matérias importantes para o país, avalia o deputado Luiz Henrique Mandetta (DEM). Ao comentar as expectativas com relação ao reinicio dos trabalhos legislativos, na próxima segunda feira (03), o parlamentar considerou que ano será curto, em função do Carnaval, da Semana Santa, da Copa do Mundo e da campanha política.

Para ele, o calendário apertado exigirá muita habilidade das lideranças partidárias para a construção de consensos em torno de pautas polêmicas. Mandetta espera retomar a mobilização para a votação do piso salarial nacional dos agentes comunitários de saúde, interrompido pela intransigência do governo. Ele pretende ainda articular apoio para a luta das 30 horas para a enfermagem, além de exercer fiscalização sobre o programa “Mais Médicos”, apurando eventuais denúncias.

Um dos assuntos que, na opinião de Mandetta, dominará os debates no reinício dos trabalhos legislativos, será o marco civil da Internet. “Há que se garantir o livre trânsito de informações na Rede Mundial”, defende ele. O parlamentar vai priorizar a tramitação dos projetos de sua autoria que aguardam análise nas diversas comissões da Câmara. Neste final de semana, o parlamentar visitou a região Sudoeste do MS, assistindo, em Bela Vista, a cerimônia de troca de comando no 10º Regimento de Cavalaria Mecanizada, o tradicional e heroico desfile do Regimento Antônio João.

Na próxima segunda feira (3), o Congresso Nacional realiza sessão solene de abertura do ano legislativo. Além do presidente do Congresso, Renan Calheiros, e do presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, deverão estar presentes a presidente da República, Dilma Rousseff, e o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, entre outras autoridades.