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Política

Na reta final, campanha política pode se transformar em ‘guerra eleitoral

A estratégia da coligação governista é encurralar Bernal na reta final da campanha com questionamentos sobre a sua postura na ética

Correio do Estado

17 de Setembro de 2012 - 07:33

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A campanha eleitoral em Campo Grande entra na fase decisiva com a expectativa dos candidatos deixarem de lado a convivência diplomática para declaração de guerra. A 20 dias das eleições, os principais postulantes da oposição com a pretensão de sentar na cadeira hoje ocupada pelo prefeito Nelsinho Trad (PMDB) planejam se unir para bombardear o candidato governista, deputado federal Edson Giroto (PMDB). Para eles, todo o sacrifício valerá à pena para acabar com o domínio político e administrativo do PMDB na Capital.

Mas isto não ficará sem resposta. A coligação de Giroto também está se armando para contra-ataque. O alvo dos governistas, no entanto, não será mais, pela primeira vez desde 1996, o PT que tanto deu dor de cabeça para o PMDB nas eleições anteriores. Eles vão mirar a metralhadora giratória em direção ao candidato do PP, deputado estadual Alcides Bernal, por enquanto, o único a ameaçar a hegemonia do PMDB na administração de Campo Grande.

A estratégia da coligação governista é encurralar Bernal na reta final da campanha com questionamentos sobre a sua postura na ética na política. Prevendo o pior, Bernal articula a consolidação da união der força com o deputado federal Reinaldo Azambuja, candidato do PSDB, para combater Giroto. Outro que poderá reforçar a trincheira da oposição nos ataques aos governistas é o candidato do PT, deputado federal Vander Loubet, que até o momento vem procurando fazer uma campanha propositiva.

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