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ECONOMIA

Bovespa fecha acima de 61 pontos pela 1ª vez desde setembro de 2014

Ibovespa avançou 0,77%, a 61.108 pontos. Na semana, a bolsa acumulou alta de 4,69%. No ano, avanço é de 40,97%.

G1

07 de Outubro de 2016 - 16:29

A Bovespa fechou em alta pelo 3º dia seguido nesta sexta-feira (7), superando pela 1ª vez em mais de 2 anos o patamar de 61 mil pontos.

O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, avançou 0,77%, aos 61.108 pontos – maior patamar desde 3 de setembro de 2014 (61.837 pontos). Veja a cotação. Já o dólar fechou em queda de 0,18%, a R$ 3,2166 na venda.

Alta de mais de 40% no ano

Na semana e na parcial do mês de outubro, a bolsa acumulou alta de 4,69%. No ano, o avanço é de 40,97%.

A alta desta sexta-feira foi amparada nos dados do mercado de trabalho norte-americano, que mostraram desaceleração na criação de vagas, com as ações da Vale e da Petrobras entre os principais destaques de altas.

Destaques do dia

Perto do fechamento, as ações preferenciais da Vale avançavam 2,88% e as da Petrobras subiam 1,19%.

Gerdau liderava as altas do índice com valorização de 3,65%. Itaú Unibanco e Banco do Brasil avançavam 1,06% e 2,43%, respectivamente.

Cenário externo e local

Nos Estados Unidos, a criação de vagas de trabalho fora do setor agrícola somou 156 mil no mês passado, após criação revisada de 167 mil vagas em agosto, decepcionando os analistas, que passaram a apostar em um adiamento da alta dos juros no país.

A bolsa já vinha embalada por um bom humor ao longo desta semana, em meio a expectativas positivas sobre o avanço de medidas econômicas em Brasília.

Na noite de quinta-feira, a comissão especial da Câmara dos Deputados aprovou a proposta que limita o crescimento dos gastos públicos à inflação do ano anterior, medida que segue ainda a plenário onde precisa passar em dois turnos antes de ir para o Senado.

O IBGE divulgou nesta sexta-feira que o Índice de Preços ao Consumidor - Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país passou de 0,44% para 0,08%, o menor índice para setembro desde 1998. A desaceleração reforçou as apostas de corte maior de juro em outubro pelo Banco Central.