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ECONOMIA

Preço do suíno sobe 20,5% em Mato Grosso do Sul

A gerente econômica do Sistema Famasul, Adriana Mascarenhas informa que a alta no preço do setor é fruto da escassez de oferta

Famasul

04 de Abril de 2014 - 13:34

O preço do suíno em Mato Grosso do Sul registrou média de R$ 3,7 o quilo vivo em março deste ano, o que representa uma valorização de 20,5% em relação ao mesmo período do ano passado, quando a carne foi vendida a R$ 3 o quilo. A informação consta no último Informativo Casa Rural,  elaborado pelo Departamento Econômico da Federação da Agricultura e Pecuária de MS (Sistema Famasul).

A gerente econômica do Sistema Famasul, Adriana Mascarenhas informa que a alta no preço do setor é fruto da escassez de oferta. "A suinocultura de MS ainda sofre com os efeitos da crise de 2012, quando os elevados preços do milho, principal insumo do setor, levaram vários produtores a sair da atividade", assinalou.

De acordo com a economista, a tendência para os próximos meses é de novas elevações para o setor. "Com a chegada do inverno, tradicionalmente a população consome carne suína e como não há projeção de aumento da disponibilidade de carne no mercado interno, por isso a tendência é de trajetória positiva nos preços", destaca Adriana.

O informativo Casa Rural mostra também que em fevereiro os abates suínos no Estado somaram 101,6 mil cabeças, redução de 9,6% em relação ao mês anterior.

Sobre o Sistema Famasul – O Sistema Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de MS) é um conjunto de entidades que dão suporte para o desenvolvimento sustentável do agronegócio e representam os interesses dos produtores rurais de Mato Grosso do Sul. É formado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Fundação Educacional para o Desenvolvimento Rural (Funar), Associação dos Produtores de Soja (Aprosoja/MS) e pelos sindicatos rurais do Estado.

O Sistema Famasul é uma das 27 entidades sindicais que integram a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Como representante do homem do campo, põe seu corpo técnico a serviço da competitividade da agropecuária, da segurança jurídica e da valorização do homem do campo. O produtor rural sustenta a cadeia do agronegócio, respondendo diretamente por 17% do PIB sul-mato-grossense.