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Prefeitura vai convocar 2ª colocada para concluir obra no Altos da Figueira; custo final chega a R$ 7 milhões
A Prefeitura deverá convocar a segunda colocada no processo licitatório para dar continuidade às obras de pavimentação e drenagem no Altos da Figueira.
Redação/Região News
13 de Fevereiro de 2026 - 09:39

A Prefeitura deverá convocar a segunda colocada no processo licitatório para dar continuidade às obras de pavimentação e drenagem no bairro Altos da Figueira. A medida ocorre após a empresa vencedora da licitação, Engepav, pedir a rescisão do contrato e retirar todas as máquinas e equipamentos da cidade, interrompendo os serviços.
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Com a paralisação, ainda faltam ser executadas as bocas de lobo, as rampas de acessibilidade nas esquinas. Além disso, trechos do asfalto terão de ser refeitos trechos das ruas Rio Grande do Norte e Antenor dos Santos por onde escoa uma enxurrada que comprometeu a estrutura da pavimentação porque a drenagem não está funcionando plenamente porque as bocas de lobo estão sem grelhas.
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A obra terá custo final estimado em R$ 7 milhões, considerando o valor inicial de R$ 5.659.566,82 e o aditivo de R$ 1.352.882,60, totalizando R$ 7.012.448,68. Até o momento, já foram pagos R$ 6.225.968,91. Ainda restam R$ 89.145,21 a serem empenhados e R$ 786.420,50 a serem pagos, conforme os dados financeiros do contrato. Os recursos são provenientes de financiamento junto à Caixa Econômica Federal, por meio da linha de crédito Finisa.
A obra teve ordem de serviço emitida em março de 2024, mas os trabalhos começaram efetivamente apenas em maio, após notificação da Prefeitura para o início da execução contratual.
O contrato previa a execução de 2,2 quilômetros de pavimentação asfáltica, 2.927 metros de drenagem pluvial, além da implantação de meio-fio e sinalização viária. Foram asfaltadas as ruas Marino de Oliveira Nolasco, Adolício Pereira da Silva, Rosa Franco da Silva, Elisa Moura de Olindo, Antenor Gonçalves dos Santos, Rio Grande do Norte, Projetada 1, Sebastião Inocêncio, Prefeito Jaime Ferreira Barbosa, Juliana Borges Stefanello e Sidnei Ribeiro.
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Durante a execução, foi identificada uma laje no subsolo não prevista no projeto executivo, o que exigiu escavação com equipamentos específicos. Para possibilitar o assentamento da tubulação, foram retirados cerca de 200 caminhões de pedra, impactando o cronograma e resultando em um aditivo superior a R$ 1,3 milhão.
O trecho mais crítico está na Rua Rio Grande do Norte, que recebe as águas pluviais da Rua Mato Grosso e direciona o volume ao Córrego Canastrão, após ter a velocidade reduzida pelo dissipador de energia construído no final da Rua Romano Rossato.




