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Política

Pollon mostra confiança de que vontade de Bolsonaro prevalecerá no PL, apesar das pesquisas

Segundo Pollon, sua pré-candidatura não surgiu de um projeto pessoal, mas de uma indicação direta de Bolsonaro.

Redação/Região News

28 de Junho de 2026 - 19:08

Pollon mostra confiança de que vontade de Bolsonaro prevalecerá no PL, apesar das pesquisas
Deputado federal Marcos Pollon (PL) em entrevista ao Região News. Foto: Marcos Tomé/Região News

O deputado federal Marcos Pollon (PL) em entrevista ao Região News mostrou confiança de que o ex-presidente Jair Bolsonaro manterá a indicação dele para a disputa ao Senado Federal em Mato Grosso do Sul, apesar das discussões internas no partido e do melhor desempenho de outros nomes da legenda nas pesquisas de intenção de voto.

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Segundo Pollon, sua pré-candidatura não surgiu de um projeto pessoal, mas de uma indicação direta de Bolsonaro, motivo pelo qual acredita que a decisão será mantida.

Acredito firmemente que o presidente Bolsonaro manterá a indicação. Não é produtivo realizar articulações que contrariem as diretrizes estabelecidas por ele. Ao final, a vontade do presidente será respeitada”, afirmou.

O parlamentar reconheceu que há divergências dentro do PL, mas ressaltou que considera Bolsonaro a principal liderança da legenda. “Não há como dissociar o partido da figura de Bolsonaro, e o PL consolidou-se como a legenda da direita brasileira”, disse.

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Atualmente, porém, os nomes do PL que aparecem com melhor desempenho nas pesquisas de intenção de voto para o Senado em Mato Grosso do Sul são o ex-governador Reinaldo Azambuja e o ex-deputado estadual Capitão Contar.

Mesmo diante desse cenário, Pollon descarta qualquer possibilidade de retirar sua pré-candidatura. “De maneira alguma isso ocorrerá. Não sou candidato por projeto pessoal, mas por uma indicação do presidente, e seguirei suas orientações”, declarou.

Ao ser questionado sobre a influência de Azambuja na condução do partido e sobre o uso de pesquisas para definição de candidaturas, o deputado evitou críticas diretas.

“Não cabe a mim avaliar se essa estratégia é positiva ou negativa. O que tiver que ocorrer, deixo entregue às mãos de Deus”, concluiu.

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Para o deputado, a candidatura deve ser entendida como uma missão política e não como um projeto individual. Ele sustenta que seguirá alinhado à indicação enquanto Bolsonaro mantiver sua posição.

“Neste momento da história do Brasil, o Senado não representa um projeto pessoal, mas um propósito: travar uma batalha importante pelo resgate da democracia no país”, declarou.